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Geração Z está gastando mais do que em período pré-pandemia

“Presumimos que havia uma demanda reprimida — não apenas por viagens mas também por bens de consumo”, disse o CEO da American Express, Steve Squeri

Ok, boomer, você pode ter dinheiro, mas não o está gastando. Consumidores mais jovens, embora tenham economizado menos do que os americanos mais velhos, são os que mais gastam enquanto a economia dos Estados Unidos se recupera. A geração Y e os membros da geração Z estão gastando ainda mais do que antes da pandemia à medida que a vacinação avança ao redor do mundo, disse o CEO da American Express, Steve Squeri, em uma teleconferência com investidores nesta sexta-feira.

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“Presumimos que havia uma demanda reprimida — não apenas por viagens mas também por bens de consumo”, disse Squeri. “Quando você olha para millennials e para a geração Z atualmente ambos estão gastando 105% ou 125% mais quando comparado a níveis anteriores à covid, em 2019.”

Isso ajudou a reviver os gastos como um todo nos cartões da AmEx que, no entanto, permanecem em queda de cerca de 4% até agora neste trimestre — uma melhora em relação ao declínio de 6% que a empresa registrou nos primeiros três meses do ano. A pandemia forçou a empresa, conhecida por cartões que oferecem vantagens especiais para viagens e jantares, a reformular seus negócios e concentrar suas recompensas em coisas como rede sem fio e serviços de streaming. À medida que a vacinação avança, a AmEx se beneficia, pois os consumidores podem voltar a viajar e comer fora.

Embora os consumidores tenham voltado a fazer viagens aéreas, as empresas ainda precisam colocar seus funcionários de volta à estrada, disse Squeri. A AmEx atualmente acredita que as viagens corporativas não retornarão aos níveis anteriores à pandemia até 2023, segundo ele.

A empresa está avaliando se pode oferecer cartões de débito em mercados fora da China, disse Squeri. Ainda assim, advertiu, a empresa está cautelosa depois que um experimento oferecendo cartões de débito pré-pagos para pessoas sem conta bancária terminou com a divisão sendo desmontada menos de uma década após seu início.

“Realmente, não funcionou para nós — aqueles que não tinham conta em banco não eram nossos clientes, e o mercado pré-pago não era nosso foco, e aprendemos isso”, disse Squeri. “Mas existe algo entre o nosso cartão de crédito diário e o cartão pré-pago? E isso pode ser potencialmente um cartão de débito. Isso tudo precisa ser resolvido.”

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