Alemanha merece título, mas estou com Messi, diz Puyol

"A Alemanha é uma grande seleção e está jogando um futebol muito bonito. Estão há anos lutando pelos títulos e merecem, mas o coração fala mais alto", diz Puyol

Rio de Janeiro - Responsável por levar a taça da Copa do Mundo ao campo do Maracanã neste domingo, o ex-zagueiro Carles Puyol afirmou que a Alemanha merece conquistar o título mundial devido à sua campanha no torneio, mas revelou que torcerá pelos ex-companheiros de Barcelona Lionel Messi e Javier Mascherano.

'A Alemanha é uma grande seleção e está jogando um futebol muito bonito. Estão há anos lutando pelos títulos e merecem, mas o coração fala mais alto, e eu tenho dois amigos na seleção argentina. Não vou torcer para a Alemanha e nem para a Argentina, e sim para 'Leo' e 'Masche'', enfatizou em entrevista organizada pela Fifa.

Sobre os amigos argentinos, o espanhol foi só elogios. Antigos parceiros no clube catalão, Puyol descreveu a importância do título mundial para os jogadores.

'Mascherano é um grande jogador e não me surpreende o torneio que está fazendo. Messi é o melhor, mas talvez ainda falte o Mundial para que seja considerado o maior', analisou o ajudante de Andoni Zubizarreta na diretoria do clube catalão.

Campeão do mundo com a seleção espanhola em 2010, na África do Sul, o ex-zagueiro analisou a campanha das seleções finalistas nesta edição do torneio e não apontou uma favorita.

'Em uma final, os detalhes são sempre importantes e acho que vai a ser muito bonita. Por um lado, a Alemanha mostra um futebol muito bom e chega longe em todas as competições há anos. Por outro, no início, todos destacávamos o espetacular ataque da Argentina, enquanto se dizia que a defesa era a parte mais frágil, mas mostraram ser uma equipe muito sólida', analisou.

Defensora do título, a Espanha chegou ao Brasil com grandes expectativas, mas surpreendeu ao ser eliminada ainda na fase de grupos da competição. A respeito da ausência dos atuais campeões nesta decisão no Rio de Janeiro, Puyol lamentou.

'A verdade é que, quando me propuseram levar o troféu, nenhuma partida tinha sido jogada ainda. O ideal seria que minha seleção tivesse chegado à final, mas infelizmente não foi assim. Fomos os campeões do mundo por quatro anos. Era muito difícil ganhar outra vez', comentou.

Sobre a sensação de carregar a taça mais uma vez, o ex-jogador afirmou que será impossível não se lembrar da vitoriosa campanha espanhola de 2010.

'Ao devolver o troféu, será inevitável lembrar da África do Sul. Há 4 anos, vivemos um momento incrível. Todos os jogadores sonham em ganhar uma Copa do Mundo e poucos têm a sorte de consegui-lo. Acho que foi um título merecido e ficam muitas lembranças', disse. EFE

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 3,90/mês
  • R$ 9,90 após o terceiro mês.

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

exame digital anual

R$ 99,00/ano
  • R$ 99,00 à vista ou em até 12 vezes. (R$ 8,25 ao mês)

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

Já é assinante? Entre aqui.