Apresentado por GRUPO HAPPY

Um modelo de negócios para revolucionar a educação no Brasil

Grupo Happy lança unidade conceito em Maringá, onde oferece cursos como tecnologia, comunicação e educação financeira para crianças e adolescentes
Otoniel Silva Reis Filho e Tiago Boeira, do Grupo Happy: startup promete revolucionar a educação básica no país (Grupo Happy/Divulgação)
Otoniel Silva Reis Filho e Tiago Boeira, do Grupo Happy: startup promete revolucionar a educação básica no país (Grupo Happy/Divulgação)
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Publicado em 15/12/2021 às 09:00.

Última atualização em 15/12/2021 às 10:40.

Não é só porque o Grupo Happy é referência no ensino de programação, games, robótica e tudo de tecnologia que faz a cabeça da moçada. Nem é só porque recebeu investimento de 8 milhões de reais, com valuation atualizado para 17 milhões de reais, para apoiar sua expansão de 57 para 120 unidades de escolas e franquias até junho de 2022. Um dos grandes pilares do projeto é a liderança de William Matos, executivo visionário que está transformando o setor universitário por meio do ensino online.

O que projeta o Grupo Happy como uma startup capaz de revolucionar a educação básica é tudo isso somado a uma visão maior: “Queremos entregar o que uma escola tradicional não entrega, habilidades para potencializar o desenvolvimento socioemocional de crianças e adolescentes, transformando-as em pessoas mais felizes e bem-sucedidas no mundo de hoje”, diz Otoniel Silva Reis Filho, sócio diretor de operações do Grupo Happy.

“Percebemos que as pessoas têm dificuldades básicas com planejamento financeiro, e que comunicação é uma das principais dores das empresas, e sabemos ainda como as questões humanas, ou socioemocionais, são as principais causas de demissão”, explica.

Com ênfase nas chamadas habilidades do século 21 – entre as quais comunicação, pensamento crítico e flexibilidade –, a Happy Code passou por um processo de atualização de sua marca e ampliou seu escopo de atuação. Agora ela é o Hub Educacional Happy e tem três marcas: Happy Money, voltada para educação financeira, Happy Speech, voltada para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, empatia e fluência verbal, e Happy Code, que engloba a aprendizagem de programação, games, maker e robótica.

Os cursos são oferecidos em suas unidades, com foco no ensino presencial, para crianças e jovens. O modelo de negócios apoia-se na venda de franquias. Há também a possibilidade de parcerias com escolas, para implementação dos programas dentro do currículo ou na oferta de cursos extracurriculares.

Unidade conceito

Um momento importante do processo de reposicionamento da marca foi a inauguração da unidade conceito em novembro, na cidade de Maringá (PR), onde fica o escritório central do grupo (valem os parênteses: a Happy foi eleita pela GPTW a sétima melhor empresa de pequeno porte para trabalhar no Paraná).

Na unidade conceito tudo é muito colorido e alegre, com arquibancadas, pufes e mesas coletivas para os estudantes. Um espaço de aprendizagem se chama "Sala da criatividade", o outro “Sala do Pensamento Crítico”, o professor não tem um lugar fixo e as lousas e quadros para anotações estão em todas as paredes.

“Professor para nós é mentor. É preciso quebrar a estrutura da escola do século 18, centrada na autoridade do professor, com alunos enfileirados em carteiras”, comenta Tiago Boeira, sócio diretor financeiro. “As crianças têm de sair dizendo: 'pai, eu adorei!'”

Franquia como modelo de negócios

Apoiada na arquitetura, há toda uma metodologia que a Happy transmite para permitir o desenvolvimento de seus franqueados e o sucesso de seu plano de expansão. Ela foi traduzida no livro O jeito Happy de aprender e ensinar, que está prestes a ser lançado. Também é passada por meio de diversos cursos, webinários e consultorias que fazem parte da experiência Happy.

Debora Noemi Inouye é sócia diretora de ensino e, portanto, guardiã da cultura pedagógica da Happy: “Nossos cursos sempre aliaram as habilidades e competências humanas ao ensino de habilidades técnicas. Por isso, dizemos que queremos formar os futuros pensadores, criadores e transformadores, não a próxima geração de economistas, comunicadores e programadores”, afirma.

(Arte/Exame)

Para Tiago Boeira, “esse é um negócio para apaixonados em educação”. Dito isso, as perspectivas de lucratividade também são bem auspiciosas. Cada unidade tem um faturamento médio de 100.000 reais, e uma taxa de lucratividade entre 25% e 35%. As escolas franqueadas levam de sete a dez meses para atingir o ponto de equilíbrio, e entre 24 e 36 meses para obter retorno do investimento.

Em seis anos de mercado no Brasil, e presença em países como Portugal, Angola, Espanha e Estados Unidos, o Grupo Happy já atendeu mais de 80.000 alunos. “Nossa cultura evoluiu. Criamos muitas possibilidades de receita para os franqueados e trabalharemos para nos transformarmos em mais um unicórnio brasileiro”, afirma o CEO William Matos.