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Três aplicativos gratuitos que podem ajudar universitários a estudar e tirar projetos do papel

Ferramentas digitais ajudam a organizar estudos, colaborar em grupo e apresentar melhor ideias e projetos

 (KEHAN CHEN/Getty Images)

(KEHAN CHEN/Getty Images)

Publicado em 18 de agosto de 2026 às 15h03.

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A rotina universitária costuma concentrar provas, trabalhos, apresentações, grupos de estudo e atividades extracurriculares no mesmo calendário. Algumas ferramentas digitais podem reduzir essa desorganização e liberar mais tempo para aquilo que realmente exige decisão e iniciativa do estudante.

A estudante Madison Coombs reuniu cinco aplicativos que fizeram parte de sua própria experiência acadêmica: Goodnotes, FocusPomo, Quizlet, GroupMe e Canva. 

Mais do que facilitar tarefas isoladas, as ferramentas cobrem etapas importantes da vida universitária — organizar informações, manter foco, revisar conteúdos, trabalhar em equipe e transformar ideias em apresentações. As informações foram retiradas da St. John’s University.

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1. Goodnotes: para organizar anotações e prazos

Anotações espalhadas entre cadernos, PDFs e arquivos podem dificultar justamente o momento em que o estudante precisa recuperar uma informação.

O Goodnotes reúne cadernos digitais, marcações em PDFs e recursos de organização em uma mesma plataforma. A St. John’s University destaca também o uso de modelos de planejamento para controlar tarefas e compromissos acadêmicos.

Em 2026, a plataforma mantém um plano gratuito com recursos básicos de anotações e marcação de PDFs, embora existam limites de arquivos e recursos adicionais pagos.

O ganho não está apenas em deixar os materiais visualmente organizados. Um sistema de registro bem estruturado facilita acompanhar decisões, reunir referências para um projeto e identificar tarefas que ainda precisam ser executadas.

2. FocusPomo: para proteger períodos de concentração

Ter tempo disponível não significa necessariamente conseguir usá-lo com foco.

A segunda ferramenta indicada pela St. John’s é o FocusPomo, aplicativo baseado na técnica Pomodoro. A dinâmica intercala períodos de concentração — tradicionalmente de cerca de 25 minutos — com pequenas pausas.

A proposta é dividir uma tarefa longa em blocos menores e reduzir interrupções durante aquele intervalo.

Para a vida universitária, isso pode ajudar em atividades que costumam ser adiadas justamente porque parecem grandes demais: começar um trabalho, revisar uma disciplina extensa ou estruturar uma apresentação.

O método também pode ser aplicado a projetos fora das aulas. Em vez de esperar uma tarde inteira livre para desenvolver uma iniciativa, o estudante pode reservar períodos específicos para avançar uma etapa por vez.

É uma mudança pequena, mas relevante para protagonismo: boas ideias dependem menos de intenção quando existe uma rotina de execução.

3. Quizlet: para transformar revisão em estudo ativo

Reler o mesmo conteúdo repetidamente nem sempre é a maneira mais eficiente de estudar. Ferramentas baseadas em perguntas e cartões de memória obrigam o estudante a tentar recuperar a informação antes de verificar a resposta.

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O Quizlet permite criar conjuntos de flashcards digitais, acessar materiais elaborados por outros usuários e utilizar diferentes modalidades de estudo. Estudantes podem criar contas gratuitas, embora alguns recursos tenham limites ou façam parte dos planos pagos.

A ferramenta pode ser útil especialmente em disciplinas com grande quantidade de conceitos, terminologia, fórmulas ou definições.

Também existe uma aplicação menos óbvia: preparar apresentações. Antes de defender um trabalho, apresentar um projeto para uma banca ou participar de uma competição universitária, o estudante pode criar perguntas sobre a própria proposta e testar se consegue explicar os principais pontos sem depender dos slides.

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O Na Prática nasceu como uma plataforma educacional criada para impulsionar a carreira de jovens, do estágio à liderança, complementando o ensino universitário com uma formação voltada para o mercado de trabalho.

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