US Secretary of Treasury Scott Bessent looks on as US President Donald Trump speaks during a news conference with Elon Musk in the Oval Office of the White House in Washington, DC, on May 30, 2025. Musk, who stormed into US politics as President Trump's chainsaw-brandishing sidekick, announced on May 28 that he is leaving his role in US government, intended to reduce federal spending, shortly after his first major break with the President over Trump's signature spending bill. (Photo by Allison ROBBERT / AFP) (Allison ROBBERT/AFP)
Redator
Publicado em 29 de abril de 2026 às 14h50.
Quem acaba de se formar enfrenta uma série de dificuldades. Inseguranças sobre qual área seguir e a pressão de demonstrar experiência mesmo sendo tão jovem são algumas delas. Agora há mais uma: dominar a IA.
É o que afirmou Scott Bessent, secretário do Tesouro dos Estados Unidos, durante um evento para debater o setor financeiro global. "A IA não vai roubar seu emprego. Quem vai roubar seu emprego é quem sabe usar IA", disse.
“No fim das contas, para a economia como um todo, estamos vendendo grandes ganhos de produtividade que não víamos há décadas.”
A fala vem acompanhada de uma mudança profunda no mercado de trabalho, que não é recente, mas está cada vez mais acelerada. Para ter ideia, 90% das empresas de capital aberto mais valiosas do mundo atuam no setor de IA.
É o caso da Nvidia, fabricante de chips avaliada em mais de US$ 5 trilhões, e da Alphabet, dona do Google, em US$ 4,04 trilhões.
O crescimento dessas empresas reverbera no dia a dia de todos os setores. Um relatório recente da plataforma RH Workday mostra que funcionários ganham 40% mais eficiência quando usam IA.
Assim, forma-se um ciclo difícil de ignorar: de um lado, funcionários ficam mais produtivos com IA; do outro, as empresas mais valiosas estão no setor de IA. É quase como se não houvesse para onde fugir. No meio do caminho estão os recém-formados, que precisam crescer e fazer carreira em um mercado no qual saber usar IA é regra – seja porque faz parte do escopo do trabalho, como nas vagas de tecnologia, ou porque garantem mais entregas em menos tempo.
Bessent não é o único defensor que a IA é requisito para quem quer ser bem sucedido. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, disse que quem souber IA terá vantagem sobre os demais. O ex-CEO do Walmart, Doug McMillon, foi na mesma linha e alertou que a IA vai transformar todos os empregos.
No fim, o recado é que, não importa a área ou o setor, saber inteligência artificial é o que vai mudar as carreiras de verdade.
Seja no começo de carreira ou não, dominar IA virou requisito. Um currículo brilha muito mais aos olhos de um recrutador quando há certificações em inteligência artificial. Para quem deseja garantir essa estrelinha no CV, a EXAME abriu inscrições para seu treinamento virtual sobre IA. São quatro aulas, por R$ 37. Inscreva-se aqui.