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Profissionais passam 31 horas por mês em reuniões — mas porque a maioria delas é ineficiente

Dados mostram que reuniões extensas têm menos relação com excesso de compromissos e mais com problemas de clareza e condução das discussões

Imagem promocional de The Office - Divulgação

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Publicado em 5 de fevereiro de 2026 às 15h34.

Reuniões longas e pouco produtivas se tornaram parte da rotina de muitas empresas. O problema vai além da gestão de agenda e pode estar à forma como profissionais se comunicam no ambiente corporativo.

Um levantamento da Atlassian, empresa de software colaborativo, indica que profissionais passam, em média, 31 horas por mês em reuniões. Já uma pesquisa da Harvard Business Review aponta que mais de 70% dos executivos consideram as reuniões ineficientes, mas continuam participando delas por falta de alternativas claras de alinhamento e decisão. As informações foram retiradas do Harvard Business Review.

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Reuniões longas não são um problema de tempo, mas de clareza

O excesso de reuniões raramente é consequência apenas de agendas mal organizadas. Na maior parte dos casos, ele surge quando objetivos não estão bem definidos, decisões não são explicitadas e mensagens são transmitidas de forma pouco estruturada.

Reuniões se estendem quando participantes não conseguem sintetizar informações, priorizar pontos-chave ou diferenciar discussão de decisão. Nessas situações, o encontro passa a funcionar como um espaço de construção improvisada de raciocínio.

Comunicação assertiva e preparo emocional influenciam decisões

No ambiente corporativo atual, a comunicação assertiva deixou de ser apenas uma habilidade comportamental e passou a ser tratada como uma competência estratégica. Organizações mais eficientes são aquelas em que ideias, problemas e soluções são apresentados de forma clara, objetiva e orientada à decisão.

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Clareza ao se expressar não é um traço de personalidade, é uma habilidade treinável, baseada em técnicas de estruturação de mensagem, persuasão e alinhamento entre comunicação verbal e não verbal.

Outro fator relevante é o nervosismo ao falar em público. Sob pressão, pessoas inseguras tendem a justificar excessivamente suas ideias, evitar posicionamentos claros ou recorrer ao improviso.

Torne-se a voz que o mercado escuta com a comunicação assertiva

Em um mundo onde todos falam, poucos realmente são ouvidos. Profissionais que dominam a comunicação assertiva se destacam, inspiram confiança e são lembrados por sua clareza e equilíbrio.

Agora é sua vez de desenvolver essa habilidade e transformar o modo como você se expressa e como as pessoas te escutam.

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