Enfrentar o desconforto e avaliar de forma honesta as próprias finanças é o primeiro passo para fazer um orçamento pessoal. (verba0711/envato)
Redatora
Publicado em 28 de maio de 2026 às 14h25.
Há um ponto em que a senioridade de um executivo deixa de ser medida apenas pela área que ele lidera. Não basta mais conduzir uma operação relevante, defender um orçamento robusto ou entregar crescimento.
No alto escalão, a conversa muda rapidamente de estratégia para capital, e é nesse momento que a diferença aparece: a discussão passa a envolver estrutura de capital, custo do dinheiro, valuation, captação, fusões e aquisições, impacto tributário e geração de valor. Para quem domina essa linguagem, a sala se abre.
Para quem depende da tradução do CFO, a influência diminui. A pergunta, então, é direta: quem não entende capital decide até onde?
Diretores, heads, donos de empresa, C-levels e conselheiros estão sendo cobrados por uma competência que antes parecia restrita à área financeira: a capacidade de sustentar decisões estratégicas com lógica de capital.
Um diretor de marketing precisa defender investimento com argumentos de retorno. Um executivo de tecnologia precisa conectar inovação a eficiência financeira. Um dono de empresa precisa entender captação, estrutura societária e valuation. Um C-level que mira conselho precisa participar de discussões sobre governança financeira sem recuar quando a pauta entra em números.
O ponto não é transformar executivos em financistas, mas impedir que líderes experientes percam espaço justamente nas decisões que mais importam.
Foi para esse público que a Saint Paul criou o FECC One-Day Edition — Finanças Estratégicas para Executivos, C-Levels e Conselheiros.
Em um único dia, executivos que não vieram de finanças mergulham nos temas que hoje definem autoridade no alto escalão: finanças corporativas, mercado financeiro, captação de recursos, valuation, M&A, geração de valor e reforma tributária.
A imersão acontece na nova sede Exame | Saint Paul, na Rua da Consolação, em São Paulo, com turmas nos dias 29 de maio e 25 de junho de 2026. A proposta é reunir uma sala curada, formada por executivos seniores, donos de empresa e conselheiros que têm em comum uma responsabilidade: tomar decisões com impacto financeiro relevante.