Elenco da série "The Big Bang Theory" (Divulgação / Warner)
Redação Exame
Publicado em 21 de janeiro de 2026 às 11h12.
Com um patrimônio líquido estimado em US$ 45 milhões, fama global e uma carreira consolidada em Hollywood, Kunal Nayyar poderia ter desacelerado há anos.
Mas o ator, produtor e empresário segue operando em alta intensidade, com jornadas que chegam a 16 horas. Para ele, estabilidade financeira não elimina pressão, apenas muda o tipo de decisão que precisa ser tomada diariamente.
Nayyar alcançou sucesso ainda jovem. Aos 26 anos, foi escalado para viver Rajesh Koothrappali em The Big Bang Theory, série que se tornaria um fenômeno global. No auge, chegou a receber cerca de US$ 1 milhão por episódio, entrando para o grupo dos atores mais bem pagos da história da televisão.
Hoje, aos 44 anos, acumula ativos em diferentes frentes: cinema, televisão, produção editorial e tecnologia. Ainda assim, relata enfrentar dias em que tudo parece dar errado, mesmo com segurança financeira.
Quando isso acontece, ele recorre a um mantra simples: “rendição”.
Ao contrário de fórmulas de produtividade ou discursos motivacionais, Nayyar afirma que sua estratégia é interromper o ciclo de estresse antes que ele afete decisões.
“Quando percebo que estou batendo a cabeça contra algo, paro, respiro fundo e me rendo àquele momento”, disse à Fortune.
Segundo ele, a mente tende a projetar cenários extremos em dias difíceis, um viés conhecido também no mundo corporativo. Ao reconhecer isso, Nayyar tenta reduzir o ruído mental antes de seguir adiante.
“Não temos controle sobre quase nada, além da forma como percebemos as coisas”, afirmou.
Apesar da fortuna acumulada, Nayyar continua envolvido diretamente em seus negócios. É fundador da produtora Good Karma Productions e cofundador do aplicativo de armazenamento de documentos IQ121, além de manter uma carreira ativa como ator.
A dinâmica de trabalho é irregular. Durante filmagens, os dias podem se estender por até 16 horas, com intervalos curtos entre um turno e outro. Isso exige disciplina mesmo nos períodos de folga.
“Se você não cria uma estrutura, é fácil perder completamente o ritmo”, explicou.
Mesmo sem um expediente tradicional, Nayyar segue uma rotina rígida para manter consistência.
Ele acorda por volta das 5h30, passa a primeira hora sem entrar em “modo trabalho”, vai à academia e inicia as atividades profissionais perto das 9h30. À tarde, reserva um bloco inteiro para descanso, encerrando reuniões por volta das 14h30 e retomando o trabalho no início da noite.
À noite, prioriza atividades de baixo estímulo e mantém um horário fixo para dormir, com o objetivo de estar na cama antes das 22h30.
Para ele, descanso não é luxo — é manutenção de ativo.
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