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IA faz a triagem, mas 46% do RH aposta em outra coisa para reter talentos

Enquanto a IA assume triagem e indicadores, comunicação e inteligência emocional viram planejamentos de contratação no RH (116 caracteres)

IA no futuro do trabalho (Stock-Asso/Shutterstock)

IA no futuro do trabalho (Stock-Asso/Shutterstock)

Publicado em 17 de agosto de 2026 às 13h53.

Última atualização em 17 de agosto de 2026 às 13h55.

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A triagem de currículos, os perfis de perfis e a análise de indicadores de clima já não dependem só de pessoas.

Um levantamento da Gupy, o Relatório Mercado de Trabalho no Brasil 2026, mostra que 61% dos líderes de RH já usam Inteligência Artificial no recrutamento, 56% aplicam a tecnologia em rotinas administrativas e 46% em ações de engajamento das equipes.

O que muda não é só uma rotina. É o que se espera de quem trabalha com gestão de pessoas.

Quer preparar seu horário de RH para liderar essa transição? Conheça o pilar IA para Negócios do In Company Saint Paul.

A tarefa operacional saiu, a decisão estratégica ficou

Onboarding, personalização de treinamentos, avaliação de desempenho e acompanhamento de clima: a lista de processos automatizados por IA no RH cresceu rapidamente nos últimos anos.

Com isso, às vezes é possível identificar oportunidades de melhoria e direcionar o investimento no desenvolvimento de pessoas com mais precisão, em vez de reagir depois que um problema já apareceu.

É o caso do People Analytics, cada vez mais usado para prever risco de desligamento e desengajamento antes que eles se tornem números negativos de retenção.

O profissional que o mercado chama de “supertrabalhador”

Se uma máquina assume o repetitivo, cresce o valor do que nenhuma ferramenta substitui: comunicação assertiva, inteligência emocional, escuta ativa, pensamento crítico, mediação de conflitos. O Relatório sobre o Futuro dos Empregos 2025, do Fórum Econômico Mundial, reforça esse movimento ao apontar que uma parcela significativa das competências profissionais deve se transformar nos próximos anos.

O próprio Gupy batizou esse perfil de “supertrabalhador”: o profissional que usa IA para ganhar produtividade e tomar decisões melhores, mas sem abrir mão de pensamento crítico e visão estratégica.

Na prática, isso empurra o RH para um lugar pouco confortável: dominar a ferramenta digital e a análise de dados sem perder a capacidade de interpretar o contexto e construir confiança. Manter-se atualizado deixou de ser diferencial de carreira para virar pré-requisito.

Para quem lidera equipes de RH, o recado é direto: treinar tempos para usar IA é só metade do trabalho. A outra metade é desenvolver, de forma deliberada, as competências analíticas e comportamentais que vão decidir quem crescerá na área nos próximos anos.

LEIA MAIS: o pilar IA para Negócios do In Company Saint Paul foi desenhado justamente para esses cruzamentos entre tecnologia e tomada de decisão estratégica, com trilhas aplicadas à realidade de tempos de RH e liderança.

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