GPA cria programa de desenvolvimento para colocar mulheres negras em cargos de liderança

Segundo a empresa, 52% dos funcionários do GPA são mulheres e elas já ocupam 37% dos cargos de liderança na empresa. Até 2025, a empresa quer que elas ocupem 40% desses cargos
 (FG Trade/Getty Images)
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Allan GavioliPublicado em 02/07/2022 às 14:00.

 

Até 2025, o GPA quer atingir 40% das mulheres em cargos de liderança (gerentes e acima) e manter, pelo menos, 50% dos colaboradores negros. Essas são algumas das metas de diversidade e inclusão do grupo para o seu futuro no Brasil.

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Para alcançar metas como as estipuladas pelo GPA, é fundamental que a companhia desenvolva políticas internas e processos específicos para que esses números sejam cumpridos e aumentem ano a ano. E foi pensando nisso que o GPA criou o Programa de Desenvolvimento de Liderança Feminina, que visa aumentar a participação de mulheres em posições de liderança e incentivar as funcionárias mulheres da empresa para que almejem e alcancem posições de liderança.

O projeto é direcionado a todo público feminino da companhia e, segundo o GPA, já atingiu aproximadamente 700 mulheres desde a sua primeira edição, em 2019.

As participantes passam por workshops e rodas de conversa sobre o tema e, por meio da iniciativa, entram em um processo de nivelamento de conhecimento acerca de temas como o desenvolvimento das competências necessárias ao exercício da liderança e estímulo do senso de compreensão, que oferecem às colaboradoras a oportunidade de autodesenvolvimento, com foco em assumir posições de liderança dentro do GPA.

Dentro dessa temática, o GPA fez um recorte mais aprofundado e passou a ter o Programa de Desenvolvimento de Mulheres Negras, criado em 2022. O foco da iniciativa é avançar na equidade racial e de gênero, oferecendo uma formação complementar a mulheres negras para sustentar o desenvolvimento e o crescimento profissional dentro da empresa, fomentando a sua participação ativa. O programa aborda temas que promovem protagonismo e valorização do potencial das colaboradoras negras do GPA, com uma releitura bibliográfica e de experiências de aprendizagem, além de contar com a participação de especialistas na área.

“O comprometimento com a diversidade é algo intrínseco à formação da cultura do GPA. Por meio de iniciativas como essas, que contam com objetivos e metas claras, podemos nos comprometer com a sociedade, garantindo o avanço em um tema de grande relevância para todos”, afirma Mirella Gomiero, diretora executiva de RH, Sustentabilidade e Tecnologia do GPA.

Segundo dados do próprio GPA, 52% dos funcionários da companhia são mulheres e elas já ocupam 37% dos cargos de liderança na empresa. Já o percentual de profissionais que se declaram negros chega a 52% no quadro de colaboradores e, entre as lideranças, 39%. 

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