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GE Brasil tem sua primeira presidente em 92 anos

Multinacional anuncia executiva no comando da subsidiária brasileira

	Adriana Machado, da GE: quase por um acaso
 (Divulgação)
Adriana Machado, da GE: quase por um acaso (Divulgação)
Por Luiz de FrançaPublicado em 21/03/2013 16:17 | Última atualização em 21/03/2013 16:17Tempo de Leitura: 3 min de leitura

São Paulo - Pela primeira vez desde que se estabeleceu no Brasil, há 92 anos, a GE tem uma mulher na presidência. Adriana Machado, de 43 anos, foi anunciada, no mês passado, como a executiva que conduzirá no país as operações da gigante americana, que atua em setores como energia, aviação, transporte, tratamento de água e saúde.

Quando chegou a São Paulo, em 2000, vinda de Brasília, Adriana se candidatou a uma vaga na Câmara Americana de Comércio (Amcham). “Disseram-me que eu era uma espécie de mosca branca [profissional que reúne competências difíceis de encontrar], porque tinha experiência em relacionamento governamental. Eles não sabiam onde eu poderia trabalhar, mas afirmaram que queriam me contratar.”

Adriana permaneceu na Amcham por seis anos. Saiu de lá para ingressar na Intel, onde mais uma vez defendia os interesses da empresa junto ao governo. Dois anos depois, em 2009, trocou a Intel pela GE e assumiu a diretoria de relações governamentais. Um ano mais tarde foi selecionada para se aperfeiçoar no centro de treinamento e desenvolvimento de liderança da GE, em Crotonville, nos Estados Unidos. 

A indicação de seu nome para a presidência está relacionada à liderança que desempenhou na negociação entre a GE Global e o governo brasileiro, que resultou na instalação do quinto centro de pesquisa global da GE do mundo, na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro. Adriana substitui João Geraldo Ferreira, que ficou quase três anos no cargo e assumiu a presidência da divisão de petróleo e gás da América Latina.

O deslocamento de João Geraldo é visto como um claro sinal da importância que o Brasil passou a ter dentro da estratégia mundial da companhia. A participação do bloco de países latino-americanos na receita global da empresa, excluindo os Estados Unidos, cresceu de 8,6%, em 2005, para 11,45%, em 2011. 

Ainda são poucas as profissionais que ocupam posições como a da presidente da GE — menos de 7% das companhias no país são presididas por mulheres. Adriana é a terceira gestora a dirigir uma subsidiária da múlti americana nos 32 países da América Latina em que a GE está presente.

As operações da Colômbia e do México também são tocadas por executivas. Dos 300 000 funcionários no mundo, 33% são mulheres. Na matriz, nos Estados Unidos, apenas 15% dos cargos de gestão têm uma líder. No Brasil, as mulheres são 27% do total de colaboradores. Pelo visto, o cenário está mudando — um pouco devagar, mas está.

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