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Ele foi rejeitado 73 vezes, hoje tem um império do café que vale mais de US$ 100 mi

Jake Miller enfrentou dezenas de recusas antes de criar uma marca avaliada em mais de US$ 100 milhões no setor de café

Café (Westend61/Getty Images)

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Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 10h30.

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Em meio ao ceticismo crescente sobre o retorno dos diplomas universitários, Jake Miller, ex-aluno da universidade Stanford, transformou uma ideia simples em um negócio avaliado em nove dígitos.

A trajetória do fundador da marca de utensílios de café Fellow é marcada por 73 recusas de investidores e um plano de negócios sustentado por uma obsessão pessoal e uma visão financeira estratégica.

A história de Miller ganhou força nos corredores de Stanford, onde ele cursava MBA. Movido por uma paixão genuína pelo universo do café, idealizou um produto de design minimalista que unisse funcionalidade e sofisticação.

Anos depois, sua empresa passou a ocupar espaço nas prateleiras de gigantes como Target, Costco e Nordstrom, consolidando-se no competitivo setor de varejo nos EUA. Mas o caminho até o topo foi tudo, menos óbvio. As informações foram retiradas da Fortune.

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Persistência como modelo financeiro

Antes de conquistar rodadas robustas de investimento, como a Série B de US$ 30 milhões, liderada por nomes como Peter Fenton (investidor inicial de Twitter e Yelp), Miller precisou aprender, na prática, a administrar rejeições. Foram 73 "nãos" de investidores-anjo e pequenos fundos até que finalmente conseguiu o sim necessário para acelerar sua operação.

“Cada ‘não’ era apenas um passo mais perto do ‘sim’. E se só viessem recusas, eu teria descoberto uma forma de vender um rim”, brincou Miller, expondo o nível de comprometimento com seu projeto.

Mais do que uma mentalidade empreendedora, a resiliência de Miller revela uma abordagem pragmática e audaciosa diante das incertezas do capital de risco.

Em um cenário onde métricas e valor de marcado são exigências de base, o CEO da Fellow construiu uma tese de negócio que misturou narrativa forte, produto diferenciado e profundo conhecimento do consumidor final, pilares essenciais em qualquer captação.

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O papel do alinhamento entre paixão e capital na gestão corporativa

A lógica aplicada por Miller vai ao encontro do pensamento de nomes consagrados das finanças globais. Warren Buffett, por exemplo, é defensor da ideia de que o entusiasmo é uma das variáveis mais relevantes para o sucesso de longo prazo. “Escolha um trabalho que você ama. Você vai pular da cama todos os dias”, já disse o ex-CEO da Berkshire Hathaway.

Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, também é adepto da convergência entre propósito e trabalho como chave para construir valor. “Transforme sua paixão em trabalho e faça isso com pessoas que você quer estar junto”, escreveu em suas redes.

No universo das finanças corporativas, esse tipo de alinhamento é mais do que inspiracional, ele impacta diretamente na cultura empresarial, nas estratégias de crescimento e na retenção de talentos. O exemplo de Miller mostra que, além da estrutura financeira, é a obsessão pelo problema a ser resolvido que sustenta a longevidade de um negócio.

Lições financeiras de um negócio movido a café

Hoje com mais de 100 funcionários e sede em San Francisco, a Fellow mostra como uma visão clara, somada à resiliência e inteligência de mercado, pode transformar um negócio de nicho em uma potência com alcance global.

Para executivos, CFOs e profissionais de finanças corporativas, o case de Jake Miller oferece aprendizados valiosos: captação estratégica exige mais do que um pitch polido, requer storytelling alinhado a números consistentes; um bom produto precisa vir acompanhado de métricas robustas; e nenhuma tese de investimento se sustenta sem uma equipe comprometida e apaixonada pelo que faz.

Ao fim, a história da Fellow é mais do que uma jornada empreendedora, é uma lição prática sobre como paixão e racionalidade podem (e devem) andar juntas na construção de negócios sustentáveis, rentáveis e escaláveis.

Esse treinamento ensina como gerenciar o orçamento de empresas

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