Carreira

Ela trocou de profissão para buscar sentido — e descobriu que o problema estava na comunicação

Ex-PR deixou carreira consolidada, virou professora e se frustrou. Hoje, lidera a comunicação da própria empresa

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 20 de janeiro de 2026 às 16h30.

Em busca de propósito, Justine Tello deixou seu cargo estável em uma agência de relações públicas para se tornar professora de inglês no ensino médio. Aceitou uma redução salarial de 36% e mergulhou em uma rotina que julgava mais significativa.

Mas a realidade foi outra: exaustão, solidão e frustração. Em menos de seis meses, pediu demissão, e hoje ela toca a comunicação e o marketing da empresa que fundou com o marido — e olha para trás com clareza de que faltou planejamento, autoconhecimento e comunicação interna para lidar com o que a incomodava no antigo emprego. As informações são do Business Insider.

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O erro de fugir sem escuta — nem estratégia

A decisão de Justine não veio por vocação à sala de aula. Ela reconhece que aceitou o cargo por impulso, influenciada por um familiar e pelo desejo de “fazer algo que importasse”. Mas a escolha foi uma fuga, não uma transição estruturada.

Ela já vinha se sentindo desmotivada com a rotina no setor de PR, frustrada com promoções atrasadas e relações desgastadas com a liderança. Em vez de conversar, alinhar expectativas ou buscar novos caminhos dentro da própria área, preferiu abandonar tudo por algo completamente novo — e pagou o preço.

“Se eu pudesse voltar, teria reformulado meu olhar para o trabalho e traçado novos objetivos antes de sair”, disse.

Comunicação (interna e externa) é chave em qualquer movimento

Ao refletir sobre os erros cometidos, Justine identificou três pontos centrais:

  1. Ficar presa a problemas passados no antigo trabalho
  2. Mudar de área por descontentamento, sem trabalhar a raiz do problema
  3. Perseguir uma ideia de propósito sem construir um plano de carreira consistente

O fio condutor entre essas decisões foi a ausência de comunicação assertiva — consigo mesma e com os outros. Faltou clareza para identificar o que realmente queria, para expressar suas insatisfações e para buscar alternativas antes de abandonar uma carreira que, na prática, ainda tinha muito a oferecer.

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Recomeçar com consciência, não por impulso

Depois de deixar a escola, Tello passou a trabalhar com o marido na pequena empresa de climatização e elétrica da família. Ali, reassumiu sua zona de domínio: a comunicação estratégica

E, ironicamente, reencontrou o propósito que buscava — mas sem precisar abandonar suas competências.

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