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Ela saiu dos EUA para o Bahrein e hoje fatura US$ 140 mil por ano com trabalho remoto

Mikayla McGhee deixou os EUA para viver no Oriente Médio e hoje fatura US$ 140 mil por ano com marketing digital

 (Reprodução/LinkedIn)

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Publicado em 12 de janeiro de 2026 às 11h19.

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A trajetória de Mikayla McGhee, 29 anos, ilustra uma realidade crescente entre profissionais qualificados: a busca por liberdade geográfica, autonomia profissional e, sobretudo, independência financeira.

Norte-americana, filha de militares da Marinha dos EUA, McGhee passou a infância entre bases militares e longas temporadas fora do país. Esse histórico foi determinante para que, em 2022, ela decidisse deixar Atlanta e se mudar para o Bahrein, pequeno país no Golfo Pérsico onde encontrou o equilíbrio entre qualidade de vida e prosperidade financeira.

Hoje, McGhee fatura US$ 140 mil por ano como gerente sênior de marketing de performance em uma empresa de tecnologia. Trabalha remotamente, em horário da Costa Leste americana, com base no Oriente Médio, uma escolha estratégica que otimizou sua renda, reduziu seu custo de vida e ampliou sua capacidade de poupar e investir.

Para o universo das finanças corporativas, sua história é mais do que curiosa: é um case real de como profissionais podem transformar localização, tecnologia e autonomia em capital financeiro. As informações foram retiradas da CNBC Make It.

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Liberdade geográfica como estratégia financeira

A mudança de McGhee não foi impulsiva. Em 2020, durante uma visita aos pais, que estavam a serviço militar no Bahrein, ela se surpreendeu com a infraestrutura, o custo de vida e a segurança local. O que era para ser uma visita de três meses se transformou em um plano de vida.

O choque cultural foi perceber que, na verdade, as coisas eram melhores, não piores”, disse. Pouco depois de retornar aos EUA, ela iniciou os planos para a mudança definitiva. Em dezembro de 2022, voltou ao Bahrein para ficar.

Ela vive atualmente em uma casa de três quartos com piscina, garagem e quatro banheiros e meio, por um aluguel mensal de US$ 2.200 — custo que divide com o parceiro. O padrão de vida elevado não compromete sua capacidade de poupança. Pelo contrário: a maior parte do seu dinheiro vai para a reserva financeira e para viagens, segundo relata.

Oportunidade para profissionais de finanças e gestores

A trajetória de Mikayla é um exemplo direto do tipo de raciocínio estratégico exigido de profissionais de finanças corporativas: avaliação de riscos, análise de cenários e decisões baseadas em retorno de longo prazo.

A escolha de viver em outro país, manter uma posição de alta performance, controlar despesas e maximizar o ganho em dólar é, na prática, um exercício de planejamento financeiro avançado — algo que gestores e analistas devem dominar, tanto para decisões pessoais quanto empresariais.

No contexto corporativo, isso se traduz em uma mentalidade voltada à alocação eficiente de recursos, otimização de custos operacionais e busca constante por vantagens competitivas globais.

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A fronteira entre finanças pessoais e corporativas está mais tênue

À medida que o trabalho remoto se torna uma realidade consolidada — especialmente em funções ligadas a tecnologia, dados e marketing —, o conceito de gestão financeira corporativa passa a incluir também a inteligência geográfica e cultural dos colaboradores.

Casos como o de McGhee mostram que há espaço para repensar onde se vive, quanto se gasta, e como se planeja a carreira. E mais: evidenciam que o profissional moderno de finanças precisa unir visão estratégica, domínio técnico e capacidade de adaptação global.

No fim, a liberdade financeira não é apenas uma meta pessoal. Ela pode, e deve, ser parte da estratégia de carreira de quem constrói, todos os dias, os números que movem grandes empresas.

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