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Ela era introvertida, até criar negócio digital e fatura seis dígitos sem ser influenciadora

Criadora mostra como conteúdo estratégico e gestão financeira podem gerar alta receita sem exposição online

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 19 de janeiro de 2026 às 13h33.

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Megan Spencer não queria ser influenciadora. E mesmo assim, sem investir em uma marca pessoal ou se expor nas redes sociais, ela construiu um negócio online altamente rentável, capaz de gerar faturamento anual de seis dígitos.

A empreendedora encontrou no conteúdo gerado pelo usuário (UGC, na sigla em inglês) uma alternativa viável, e financeiramente sólida, para unir liberdade, criatividade e retorno financeiro. As informações foram retiradas de Entrepreneur.

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Um novo tipo de criador, com um novo tipo de mentalidade

UGC é o formato de conteúdo curto (foto ou vídeo) criado por pessoas comuns, utilizado por marcas em campanhas e anúncios. Não é necessário ter seguidores nem um canal próprio, o foco está no resultado.

E foi justamente esse foco que impulsionou a trajetória de Megan. Ao perceber que o que as marcas realmente buscam é conteúdo que converte, ela estruturou sua atuação com base em três pilares: desenvolver uma habilidade valiosa, integrar uma comunidade de criadores e estabelecer um processo eficiente e sustentável.

Segundo Megan, a virada de chave veio ao entender que sua função não era ser uma celebridade da internet, mas solucionar problemas de comunicação para marcas que querem vender. Com vídeos autênticos e bem direcionados, ela ajudava produtos a se conectarem com potenciais clientes. E foi assim que construiu uma carreira financeiramente estável, sem precisar viralizar.

Estratégia, processo e disciplina: as bases de uma operação lucrativa

O conteúdo pode ser criativo, mas o negócio é altamente técnico. Megan não contava com sorte ou talento espontâneo, ela desenvolveu um sistema que lhe permitia entregar resultados de forma constante. Isso inclui desde a compreensão de briefing até a produção de roteiros simples, com boa iluminação e áudio limpo. Sem investimentos em equipamentos caros, sua prioridade era comunicar com clareza, manter a atenção do público e facilitar decisões de compra.

Essa estrutura foi essencial para que o trabalho fosse sustentável. Nos dias difíceis, comuns em qualquer jornada empreendedora, o que manteve Megan ativa foi seu processo: metas claras, entregas com prazos e foco em performance. Para ela, não se tratava de ganhar notoriedade, mas de manter um fluxo constante de receitas com entregas eficazes.

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Um novo mercado exige novas competências

A economia dos criadores, dos negócios paralelos e da autonomia digital está apenas começando. E, com ela, cresce a demanda por profissionais que dominem finanças corporativas e saibam aplicar esse conhecimento em contextos variados. Casos como o de Megan não são exceções, mas sinalizadores de um novo paradigma: negócios escaláveis e financeiramente viáveis podem surgir fora dos modelos tradicionais — e precisam de gestão financeira inteligente para prosperar.

Para quem trabalha com finanças corporativas, essa transformação representa um campo de atuação em expansão. Apoiar empreendedores criativos na estruturação de processos, controle de receita e alocação de recursos pode ser o diferencial que leva esses negócios ao próximo nível — sem que os criadores precisem se tornar influenciadores, sem que precisem viralizar, e principalmente, sem que precisem sacrificar estabilidade financeira em nome da visibilidade.

Esse treinamento ensina como gerenciar o orçamento de empresas

Não é raro ouvir histórias de empresas que faliram por erros de gestão financeira. Foi de olho nisso que EXAME e Saint Paul decidiram liberar (com exclusividade e por tempo limitado) mais uma edição do Pré-MBA em Finanças Corporativas.

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