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Conheça os CMTOs, líderes que 'sabem falar' de marketing e tecnologia

Chief Marketing Technology Officer, conhecido lá fora também como CMTO, é uma posição que reúne as responsabilidades do tradicional CMO e do CTO
 (Getty Images/Sorbetto)
(Getty Images/Sorbetto)
Por Victor SenaPublicado em 20/07/2021 09:00 | Última atualização em 20/07/2021 09:30Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Um novo tipo de profissional tem estado na mira de headhunters especializados como Marcus Giorgi, sócio da consultoria Exec. Eles são profissionais que reúnem características que até há uns anos eram vistas como divergentes no mercado: a da criatividade e da análise.

O Chief Marketing Technology Officer, conhecido lá fora também como CMTO, é uma posição que reúne as responsabilidades do tradicional CMO e do CTO. Em tradução livre, a posição é de um Diretor de Marketing e Tecnologia. A posição é mais comum em países como os Estados Unidos e na Europa, mas já tem aparecido no mercado nacional.

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A posição nasce, segundo Giorgi, a partir de posições que já eram comuns entre negócios B2B, em que a empresa precisa de profissionais de marketing "letrados" em tecnologia.

"Esse profissional é mais fácil encontrar no B2B porque nesse mundo essas pessoas já nascem em contato com áreas de produto, áreas de tecnologia. Lá, o time de vendas e de marketing trabalham mais próximos. O cliente desse profissional costuma ser interno, é muitas vezes a área de vendas na empresa, que ele precisa treinar", explica. "Enquanto isso, no segmento B2C, você tem o time de marketing, o time de trade marketing e time de vendas. São estruturas muito mais complexas e menos integradas. Nesses locais, as áreas costumam entregar os projetos uma para outra. Os processos são estanques."

Apesar de ser mais comum nesse segmento de negócios entre as empresas, o recrutador destaca que ele já vem crescendo no mercado de marketing direcionado ao consumidor em geral, onde as áreas de marketing e tecnologia eram tradicionalmente compartimentadas e separadas. Isso porque hoje tudo o que envolve marketing é mais guiado por dados do que era no passado.

"Antes, existia uma coisa voltada para ganhar um Leão de Ouro em Cannes. Se vai vender ou não, não importava. Hoje, isso não existe. É um marketing de resultados e mesmo quem tem dinheiro sobrando não dá fazer “ tiros” de canhão na televisão, por exemplo", complementa. 

Mesmo que esse profissional ser mais fácil de encontrar no segmento B2B, as marcas que se comunicam diretamente com o consumidor também ganham com novo profissional. "Do jeito que a informação está disponível a acessível para a gente - e não mais só a empresas de pesquisas e pessoas de BI - se você tem a ferramenta certa, consegue tirar uma monte de informação de redes sociais, por exemplo, e ajudar seu negócio", explica Giorgi.

Na lista de 30 profissões em alta para 2021, o PageGroup não chega a citar o CMTO, mas destaca posições em crescimento na área na área de marketing, automação e inteligência de mercado como tendências. Na visão do recrutador Marcus Giorgi, a busca pelo profissional deve ficar mais forte nos próximos anos.

No caso das empresas soluções B2B, os profissionais que atuam nessa intersecção costumam ter uma formação técnica, como engenharia, economia ou administração, e especializações na área de marketing. Isso costuma dar vantagens como a capacidade analítica desde o começo e a intimidade com dados.

No entanto, o caminho pode ser o inverso. O profissional que é tradicionalmente visto como criativo também precisa ser estimulado, na visão de Marcus Giorgi, a ter qualificações na área de análise de dados.

“Tecnologia e marketing estão muito próximos. Na Exec, por exemplo, tive que buscar um cara que olha marketing, mas que sabe o que é infraestrutura, o sistema, o time de dados e o cientistas, vai buscar dados estruturas e não estruturadas. Clusteriza isso e sabe tirar insights de dentro desses dados. É alfabetizado em tecnologia e um cara que senta com o presidente sabe o q precisa melhorar na ará de tecnologia para melhorar em marketing”.