Com vagas abertas em 95% das empresas, este mercado já movimenta US$30 tri

O que antes era papel apenas das organizações governamentais, agora é pauta central de reuniões e conferências das maiores empresas do mundo. Com milhares de vagas abertas, essa pode ser uma oportunidade de alavancar a sua carreira; saiba como.
 (foto/Getty Images)
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Por Da RedaçãoPublicado em 26/05/2022 09:51 | Última atualização em 26/05/2022 09:56Tempo de Leitura: 4 min de leitura

Há alguns anos, quem ouvia falar de sustentabilidade prontamente associava o tema a ONGs, startups ou a empresas de consultoria ambiental. Na verdade, por um bom tempo, falar de meio ambiente era algo exclusivo das pessoas e empresas que o ‘defendiam’ ou militavam por ele - e, muitas vezes, até eram chamados de "eco chatos" por isso.

Mas o cenário mudou. Hoje, as práticas ESG (ou práticas ambientais, sociais e de governança de uma organização) são pauta central de reuniões e conferências entre os maiores líderes e empresários globais. 

Não é à toa que, segundo levantamento feito pela Aberje, 95% das empresas brasileiras têm o tema de ESG como prioridade em suas agendas corporativas.

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O setor que era antes dominado por organizações governamentais, hoje já conta com a forte atuação do setor privado, com nomes como Ambev, VALE, Natura, Boticário, Nubank e Apple. 

Mas por que as empresas querem ser mais sustentáveis?

Você pode até pensar que as empresas estão aderindo às práticas ESG para melhorarem sua reputação - e não há como negar que isso também aconteça. No entanto, empresários e governantes estão percebendo algo essencial: não há como um negócio prosperar se não for sustentável.

Em sua carta anual aos investidores, Larry Fink, CEO da BlackRock, a maior gestora de investimentos do mundo, com mais de US$ 7 trilhões em ativos, se posicionou de forma categórica em relação à importância das práticas sustentáveis: 

“Todos os fabricantes de automóveis estão correndo em direção a um futuro elétrico; os investimentos sustentáveis ​​já atingiram US$ 4 trilhões; eu acredito que a descarbonização da economia global criará a maior oportunidade de investimento de nossa vida.”

Na prática, muitas empresas já puderam experimentar o sabor amargo da queda no faturamento por não se adequarem às práticas ESG. É o caso da Tesla, de Elon Musk, que foi retirada recentemente do índice S&P 500 ESG e, em seguida, viu suas ações caindo 7% em um único dia.

Ou seja, as empresas que não se adequarem correm o risco de perder aportes milionários. 

O mercado não para de crescer

Entre as empresas que disseram ter as práticas ESG como prioridade, 28% apontaram que a principal dificuldade de implementá-las está na falta de compreensão dos termos de sustentabilidade, enquanto 27% apontaram que está na dificuldade de mensurar o desempenho e deixar claros os benefícios de projetos.

É por isso que as manchetes na mídia falam sempre sobre o mesmo assunto: faltam profissionais para atuar no mercado. Pois o movimento que está acontecendo agora tem sido cobrado não somente por clientes, mas por funcionários, colaboradores, parceiros e investidores, em todas as áreas.

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Acima de qualquer tendência, ESG tem sido o motor de uma indústria muito lucrativa, gerando um montante mundial de US$30 trilhões em 2020. Cada vez mais, os recursos estão sendo destinados a empresas ESG.

É o caso da Raízen, maior produtora de etanol do país. Depois de adotar uma estratégia baseada nos princípios de ESG, a companhia  realizou um IPO de R$ 100 bilhões.  

“Todas as empresas e todos os setores serão transformados pela transição para um mundo net zero. A questão é: você vai liderar ou você será liderado?”, completa Larry Fink.

As oportunidades de carreira em ESG

Se por um lado as práticas ESG colaboram para a sobrevivência e lucro de grandes empresas, o mesmo acontece com os profissionais que escolhem trilhar essa carreira. Isso porque todas estas companhias bilionárias estão em busca de pessoas capazes de implementar, monitorar e desenvolver métricas e metas para implementar estas práticas.

E este caminho pode ser trilhado por qualquer pessoa, independente da área de formação. Aliás, qualquer pessoa sem formação prévia na área é capaz de, dentro de grandes companhias, ascender rapidamente na carreira de profissional de ESG.

A este tipo de profissional, Renata Faber, Head de ESG na EXAME, dá o nome de “executivo de impacto”. Segundo Renata, para ser cobiçado por estas grandes companhias e se tornar um executivo de impacto, o profissional deve ter 3 competências básicas. 

Para que você entenda melhor como funciona a carreira em ESG, por que as empresas estão investindo nisso e quais os primeiros passos para ingressar neste mercado tão promissor, a equipe da EXAME Academy produziu um e-book completo e gratuito respondendo as suas maiores dúvidas sobre o assunto.

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