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Com 32,2% de mulheres na liderança, Brasil ultrapassa potências europeias; revela estudo

Estudo do LinkedIn põe o país em 32º lugar global, à frente de França, Itália, Reino Unido e Suécia

Descubra quais habilidades para liderança todo chefe deve dominar e como um curso para líderes pode impulsionar sua carreira de gestão (Gettty Images).

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Publicado em 16 de setembro de 2026 às 14h34.

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O Brasil ultrapassou potências consolidadas do mercado internacional na corrida das mulheres por cargos de liderança.

Segundo o estudo inédito "The State of Women in Leadership", divulgado pelo LinkedIn e assinado por Silvia Lara e Matthew Baird, o país registra 32,2% de liderança feminina e aparece à frente de França, Itália, Reino Unido e Suécia no ranking global.

A distância para o primeiro colocado, a Finlândia, com 45,1%, ainda é de 13 pontos percentuais. Mas o levantamento mostra um avanço consistente da América do Sul: Colômbia, Costa Rica e Chile também pontuam entre as nações com maior presença de mulheres na liderança, o que reforça o aquecimento do mercado latino-americano nesse quesito.

O Brasil na dianteira da América Latina

O resultado do LinkedIn não é isolado. Em outro levantamento, o da consultoria Grant Thornton, o país já chegou a ocupar a 12ª posição em participação feminina em cargos de liderança, segundo relato de uma fonte do setor.

O estudo do LinkedIn também mapeia a presença feminina por geração no mercado de trabalho: 27,4% entre os Baby Boomers, 38,6% na Geração X, 45,4% entre os millennials e 48% na Geração Z. A progressão mostra uma força de trabalho cada vez mais equilibrada entre as gerações mais jovens.

A Geração X, nascida entre 1965 e 1980, é apontada como a "ponte" entre esses dois extremos. Segundo o relatório Ipsos Generation Report, essa geração corresponde à "idade do sucesso" entre os CEOs da Fortune 500, tendo enfrentado desde cedo os desafios de escolaridade, paridade no setor e as lacunas da maternidade.

O avanço aparece em números, mas se sustenta em quem já ocupa a cadeira: uma geração de executivas que abriu caminho antes de existir ranking para medir.

LEIA MAIS: Advanced Boardroom Program for Women (ABP-W), da Saint Paul

Acompanhe tudo sobre:ABP-WHigh Impact ProgramsLiderança

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