Carreira

Cinco formas de aproveitar a faculdade para acelerar sua carreira antes do diploma

Projetos, conexões e experiências práticas podem transformar a graduação em um período decisivo de desenvolvimento profissional

Faculdade EXAME abre processo seletivo para graduação com bolsa integral em Ciência de Dados e I.A (LaylaBird/iStockphoto)

Faculdade EXAME abre processo seletivo para graduação com bolsa integral em Ciência de Dados e I.A (LaylaBird/iStockphoto)

Publicado em 18 de agosto de 2026 às 14h23.

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A faculdade pode ser muito mais do que uma sequência de aulas, provas e trabalhos. Para quem consegue transformar esse período em espaço de experimentação, a graduação também pode servir para desenvolver liderança, testar interesses profissionais, construir uma rede de contatos e acumular experiências que depois ganham peso no currículo.

A jornalista Rainesford Stauffer questiona a ideia de que a universidade precisa representar “os melhores quatro anos da vida” — e mostra como essa expectativa pode aumentar a pressão sobre jovens que ainda estão tentando entender o próprio futuro.

A experiência universitária não precisa ser perfeita, nem seguir um roteiro único. Mas pode ser usada de forma estratégica para construir repertório antes da formatura.

Veja, abaixo, cinco formas de se destacar durante a experiência universitária. As informações foram retiradas da Vox. 

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1. Experimente áreas diferentes antes de escolher um caminho

Entrar em uma graduação não significa precisar saber, desde o primeiro semestre, exatamente onde trabalhar depois.

A universidade oferece uma oportunidade rara para testar interesses com um custo profissional relativamente baixo. Disciplinas optativas, projetos acadêmicos, grupos de estudo, pesquisas e eventos podem ajudar a entender quais assuntos despertam interesse — e quais não despertam.

2. Tire projetos do papel

Participar de atividades é diferente de assumir responsabilidade pelo resultado delas. Um estudante pode ajudar a organizar um evento, criar uma iniciativa dentro de uma entidade, desenvolver uma solução em um projeto acadêmico ou transformar uma ideia em um negócio.

É nesse momento que aparecem experiências concretas para levar ao mercado. Mais do que acumular atividades, o diferencial está em conseguir responder: qual problema foi enfrentado, o que você fez e qual resultado conseguiu gerar?

3. Assuma responsabilidades mesmo sem cargo formal

Liderança universitária não depende de ocupar uma presidência ou diretoria. Coordenar um trabalho em grupo, organizar uma entrega, mobilizar colegas ou assumir uma parte crítica de um projeto já exige influência, negociação e responsabilidade.

Essas habilidades também estão entre as mais valorizadas pelas empresas. O Fórum Econômico Mundial aponta liderança e influência social entre as competências cuja importância mais cresceu para os empregadores, ao lado de resiliência, flexibilidade e pensamento analítico.

Quanto mais cedo o estudante pratica essas competências, mais exemplos concretos terá quando chegar a uma entrevista de estágio, trainee ou primeiro emprego.

4. Construa uma rede de contatos antes de precisar dela

Networking costuma ganhar atenção quando aparece uma vaga. O momento mais eficiente para começar, porém, é antes disso.

Colegas, professores, ex-alunos, pesquisadores e profissionais encontrados em eventos podem fazer parte das primeiras conexões da carreira.

A vantagem não está apenas em obter uma indicação. Conversar com alguém que já atua em determinada área pode ajudar a compreender uma profissão, identificar competências importantes e descobrir oportunidades que ainda não estavam no radar.

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Uma boa rede também se constrói pela troca. Compartilhar uma oportunidade, contribuir para um projeto ou manter contato ao longo do tempo tende a ser mais eficiente do que procurar alguém apenas quando surge uma necessidade.

5. Transforme atividades acadêmicas em experiência profissional

Pesquisa, extensão, monitoria e trabalhos universitários podem parecer distantes do mercado, mas muitas dessas experiências desenvolvem competências transferíveis.

Uma iniciação científica pode mostrar capacidade analítica. A monitoria pode demonstrar comunicação. Um projeto de extensão pode exigir organização, relacionamento com diferentes públicos e solução de problemas.

O segredo está em aprender a traduzir essas atividades. Em vez de dizer apenas “participei de um projeto”, o estudante precisa entender qual papel desempenhou, que dificuldade enfrentou e o que conseguiu entregar.

Essa leitura da própria trajetória se torna particularmente importante porque pensamento analítico continua sendo a habilidade central mais procurada pelos empregadores, segundo o Fórum Econômico Mundial.

O Na Prática convoca todos os estudantes entre 18 e 34 anos para concorrer à esse prêmio

O Na Prática nasceu como uma plataforma educacional criada para impulsionar a carreira de jovens, do estágio à liderança, complementando o ensino universitário com uma formação voltada para o mercado de trabalho.

Pensando nesse propósito, a instituição criou o Prêmio Na Prática Protagonismo Universitário. Com cinco ganhadores, um de cada estado, ele é o primeiro reconhecimento nacional com recorte regional focado exclusivamente em estudantes de alto desempenho prático e acadêmico.

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