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As perguntas sobre IA que todo conselho deveria estar fazendo — mas ainda não chegaram na mesa

A IA já entrou na estratégia — o problema é que muitos executivos ainda não sabem como decidir sobre ela

 (EvgeniyShkolenko/Getty Images)

(EvgeniyShkolenko/Getty Images)

Publicado em 6 de maio de 2026 às 12h09.

Última atualização em 7 de maio de 2026 às 15h47.

Executivos não estão perdendo espaço por falta de conhecimento técnico, mas sim por não saberem conduzir uma conversa.

A inteligência artificial já entrou nas empresas — mas ainda não entrou, de fato, na agenda de decisão. Em muitas organizações, ela segue confinada a testes isolados, pilotos pouco conectados ao negócio ou discussões pulverizadas entre áreas. 

Enquanto isso, o conselho começa a fazer perguntas mais duras sobre esta tecnologia, focado, principalmente, em quem consegue responder elas.

Com isso, o executivo que não domina essa pauta não é confrontado — ele é simplesmente ignorado. A discussão acontece sem ele, a decisão segue outro caminho e, reunião após reunião, a relevância diminui.

Não se trata de aprender a usar ferramentas, mas sim entender o suficiente para decidir — e sustentar essa decisão diante de pares, conselheiros e investidores.

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As perguntas que estão redesenhando o poder dentro das empresas

A nova habilidade executiva não está em programar IA, mas em fazer as perguntas certas sobre ela:

  • Onde a IA gera valor real e onde é apenas hype?
  • Quais aplicações movem indicadores de negócio — e quais apenas consomem capital e energia organizacional?
  • Quem, dentro da empresa, está conduzindo essa discussão — e em que nível ela está acontecendo?
  • Ainda é uma pauta técnica ou já chegou ao board?
  • Quais são os riscos reais envolvidos?
  • Exposição reputacional, erros de decisão automatizada, pressão regulatória — e quem responde por isso?

E talvez a mais crítica seja: qual é o momento certo de avançar, esperar ou recuar?

A maior parte das empresas ainda não tem respostas estruturadas para essas perguntas. E é exatamente isso que está criando um novo tipo de desigualdade competitiva: não entre quem usa IA e quem não usa, mas entre quem decide bem sobre ela e quem ainda está adiando.

É nesse ponto que o tema deixa de ser tecnológico e passa a ser executivo.

O PIACC One-Day Edition, da Saint Paul, nasce exatamente dessa lacuna. Em um único dia, o programa reúne CEOs, conselheiros e diretores para transformar IA em pauta de decisão — com clareza sobre onde há valor, repertório para conduzir a discussão internamente, visão de risco e governança, e critérios para definir velocidade de adoção.

Ao longo do dia, você percorre quatro dimensões que hoje definem o nível da discussão executiva sobre IA: 

  1. Leitura de cenário
  2. Papel do humano na tomada de decisão
  3. Experimentação prática de ferramentas
  4. Limites éticos e regulatórios que sustentam — ou comprometem — uma estratégia

A proposta é sair da reunião em que IA é uma incógnita e entrar na próxima com critério. Porque, no fim, a questão não é se a IA vai impactar o seu negócio, é se você vai estar na mesa quando as decisões forem tomadas.

Você não precisa aprender IA — precisa decidir sobre ela melhor do que seus pares. Tenha um dia para sair da dúvida e entrar na decisão com o One Day Edition da Saint Paul. Garanta sua vaga

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