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Estagiária
Publicado em 16 de março de 2026 às 16h48.
Mesmo em cargos altos e salários estáveis, profissionais têm relatado falta de direção e propósito. E isso os leva a mudar de carreira. Um estudo da LHH, unidade global de negócios do Grupo Adecco, mostrou que 60% dos executivos planejam trocar de profissão.
Entre os principais motivos, estão a remuneração (38%), maior equilíbrio entre vida pessoal e trabalho (36%) e busca por oportunidades de desenvolver novas habilidades (30%).
O estudo mostra que, mesmo no topo da hierarquia, a ideia de sucesso tradicional não garante satisfação profissional. Em muitos casos, executivos experientes passam a questionar se a trajetória construída ao longo de décadas ainda faz sentido diante de novas prioridades pessoais e de um mercado de trabalho em transformação.
Durante muito tempo, a trajetória profissional foi vista como um caminho definido por estudar, crescer na empresa, conquistar cargos de liderança e estabilidade financeira. Mas essa narrativa tem sido insuficiente para muitos executivos.
Especialistas afirmam que a crise de carreira não acontece apenas no início da vida profissional, mas também aparece no topo. Segundo o levantamento, muitos líderes relatam questionamentos sobre propósito, impacto e qualidade de vida.
Parte desse movimento está ligada às transformações no mundo do trabalho. Novas tecnologias, mudanças culturais e pressões por inovação tornaram os cargos executivos mais complexos. Ao mesmo tempo, profissionais mais experientes passaram a valorizar fatores que antes tinham menor peso na decisão de carreira.
Carreiras relevantes são resultado de escolhas estratégicas feitas ao longo do tempo — especialmente nos momentos de maior pressão e responsabilidade.
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