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5 perfis profissionais que as empresas não querem contratar de jeito nenhum

Relatórios recentes mostram que empregadores buscam profissionais capazes de combinar conhecimento técnico, pensamento analítico e adaptação

5 perfis profissionais que as empresas não querem contratar de jeito nenhum (Magnific)

5 perfis profissionais que as empresas não querem contratar de jeito nenhum (Magnific)

Publicado em 22 de setembro de 2026 às 13h52.

Última atualização em 22 de setembro de 2026 às 13h53.

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O mercado de trabalho está mudando o tipo de habilidade exigida dos profissionais. Com a adoção de inteligência artificial, automação e novas ferramentas digitais, empresas passaram a buscar não apenas experiência, mas também capacidade de aprender e trabalhar com tecnologias.

O Future of Jobs Report 2025, do Fórum Econômico Mundial, aponta que 39% das habilidades consideradas essenciais no trabalho devem mudar até 2030. O estudo ouviu mais de 1.000 empregadores, que representam mais de 14 milhões de trabalhadores em 55 economias.

Nesse cenário, alguns comportamentos podem dificultar a contratação ou a movimentação profissional. Não se trata de características permanentes de uma pessoa, mas de lacunas de competências que podem se tornar mais relevantes em processos seletivos.

Quem quer entender como a inteligência artificial está mudando as habilidades exigidas pelas empresas pode conhecer o Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME, com quatro aulas práticas, online, por R$ 37.

1. O profissional que parou de aprender

Um dos perfis que pode enfrentar dificuldades é o profissional que considera encerrado seu processo de formação depois de conquistar diploma, experiência ou determinada posição.

O Fórum Econômico Mundial aponta curiosidade e aprendizado contínuo entre as competências que devem ganhar importância até 2030. O relatório também estima que 59 de cada 100 trabalhadores precisarão de treinamento ou requalificação no período.

Na prática, isso significa que experiência acumulada continua relevante, mas pode precisar ser acompanhada pela atualização de conhecimentos.

2. O profissional que não acompanha a tecnologia

Não é necessário ser programador para trabalhar com inteligência artificial. Ferramentas de IA generativa já podem ser utilizadas em atividades como pesquisa, análise de informações, produção de documentos e organização de tarefas.

O relatório do Fórum Econômico Mundial coloca IA e big data entre as habilidades que devem crescer mais rapidamente em importância. A literacia tecnológica também aparece entre as competências em ascensão.

Um profissional de marketing, por exemplo, não precisa desenvolver um modelo de IA, mas pode precisar saber utilizar ferramentas de inteligência artificial para analisar dados, testar ideias ou automatizar tarefas.

3. O profissional que depende apenas da formação acadêmica

O diploma continua sendo um elemento utilizado em processos seletivos, mas algumas áreas estão passando a considerar de forma crescente aquilo que o candidato consegue fazer na prática.

Uma análise divulgada pelo Fórum Econômico Mundial com base em mais de 10 milhões de vagas no Reino Unido encontrou um prêmio salarial de 23% para candidatos com habilidades relacionadas à IA, em comparação com profissionais semelhantes sem essas competências.

Isso ajuda a explicar uma mudança no mercado: habilidades demonstráveis podem ganhar peso ao lado da formação tradicional, especialmente em áreas afetadas pela transformação tecnológica.

Aprender a usar IA no trabalho não significa apenas conhecer ferramentas. O Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME apresenta quatro aulas práticas, online, por R$ 37, para profissionais que querem desenvolver essa familiaridade.

4. O profissional que não consegue se adaptar

Mudanças de processos, ferramentas e responsabilidades fazem parte de muitos ambientes profissionais. Por isso, a capacidade de adaptação aparece entre as competências consideradas importantes pelos empregadores.

O levantamento do Fórum Econômico Mundial coloca resiliência, flexibilidade e agilidade entre as principais habilidades centrais para os trabalhadores. Criatividade e pensamento analítico também aparecem entre as competências valorizadas.

Um exemplo é o profissional que aprende uma nova ferramenta, mas continua executando uma tarefa exatamente como fazia antes. A tecnologia pode mudar o processo inteiro, e não apenas acrescentar uma etapa.

5. O profissional que não desenvolve habilidades humanas

A expansão da IA não elimina a necessidade de competências humanas. Comunicação, colaboração, liderança, criatividade e capacidade de análise continuam aparecendo entre as habilidades consideradas relevantes pelos empregadores.

O Fórum Econômico Mundial aponta que, além das competências tecnológicas, pensamento criativo, liderança e influência social devem continuar importantes.

O LinkedIn também identificou aumento na incorporação de habilidades de IA aos perfis profissionais e destacou que competências humanas continuam ganhando relevância em diferentes funções.

Isso cria uma combinação cada vez mais comum: o profissional precisa entender a tecnologia, mas também saber interpretar informações, tomar decisões, comunicar resultados e trabalhar com outras pessoas.

O mercado está mudando as habilidades exigidas nas vagas. O Pré-MBA em IA da Saint Paul e EXAME reúne quatro aulas práticas, online, por R$ 37, para quem quer acompanhar essa transformação profissional.

O que esses perfis têm em comum

Os cinco casos apontam para uma transformação mais ampla nas exigências do mercado de trabalho. O diferencial não está necessariamente em dominar uma tecnologia específica, mas em conseguir atualizar conhecimentos e aplicá-los ao próprio trabalho.

O LinkedIn estima que 70% das habilidades utilizadas na maioria dos empregos poderão mudar até 2030. Já o Fórum Econômico Mundial aponta que a combinação de competências tecnológicas e humanas será importante para funções em crescimento.

Para o profissional, isso significa que a carreira tende a exigir aprendizado recorrente. Conhecimento técnico, familiaridade com novas ferramentas e capacidade de adaptação passam a fazer parte do próprio desenvolvimento profissional, independentemente do cargo ou setor.

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