Carreira

3 perguntas que toda alta liderança deveria fazer antes de aprovar investimentos em IA

O tema já ocupa espaço nos conselhos e comitês estratégicos, mas muitas lideranças ainda não sabem exatamente o que estão decidindo — e as consequências podem ser mais caras do que parecem

3 perguntas que toda alta liderança deveria fazer antes de aprovar investimentos em IA (Envato)

3 perguntas que toda alta liderança deveria fazer antes de aprovar investimentos em IA (Envato)

Publicado em 19 de junho de 2026 às 10h19.

Priorizar nos meus resultados Google
Tudo sobreHIP IA ONE DAY
Saiba mais

A inteligência artificial já entrou no orçamento, está nas metas, nos comitês e nas apresentações de estratégia, mas o que ainda falta em muitas organizações, é clareza sobre o que exatamente está sendo aprovado e o que pode dar errado quando essa pergunta não é feita.

Segundo o relatório Estado da IA nos Negócios em 2025, 95% das empresas não obtêm retorno financeiro com seus projetos de IA. Este dado deixa claro que o processo decisório envolvendo o recurso, ainda precisa amadurecer. Antes de assinar a próxima aprovação, há seis perguntas que qualquer liderança executiva deveria ser capaz de responder.

Qual problema estamos resolvendo?

As propostas chegam embaladas em cases de mercado, benchmarks internacionais e promessas de eficiência que soam irrecusáveis, mas o que raramente acompanha esse material é uma descrição objetiva do problema interno que justifica a solução. 

Perguntar "qual dor operacional ou estratégica este projeto quer resolver?" pode parecer elementar, mas é justamente essa pergunta que filtra iniciativas genuínas de iniciativas sem propósito claro. A IA aplicada a um problema mal definido gera resultados irrelevantes.

Como vamos medir o retorno?

Mensurar o valor gerado por IA é um dos maiores desafios operacionais das organizações hoje. Equipes técnicas e lideranças executivas operam com expectativas e critérios de sucesso completamente diferentes, e raramente existe um processo formal que traduza um universo no outro. 

Sem uma linha de base documentada antes do projeto e sem métricas de negócio, qualquer número apresentado depois da implementação pode ser contestável. 

Temos governança para o que não está no escopo do projeto?

Oito em cada dez empresas brasileiras declaram estar preocupadas com o uso de ferramentas de IA utilizadas por funcionários sem aprovação formal e 66% admitem que esse uso já ocorre com alguma frequência, segundo pesquisa realizada pela SAP em parceria com a Oxford Economics. 

Isso significa que, ao aprovar um projeto de IA, a liderança está também sinalizando uma postura institucional sobre o tema. Sem políticas claras de uso, sem definição de fronteiras éticas e sem estrutura de governança, o investimento aprovado pode ser apenas a ponta visível de um iceberg que a organização ainda não mapeou. 

Para executivos que precisam tomar essas decisões de forma embasada, a Saint Paul desenvolveu o PIACC One-Day Edition: uma imersão de um dia desenhada para quem decide, não para quem executa. 

CEOs, conselheiros e C-levels saem do programa com uma leitura estratégica de tendências, repertório para avaliar ética, governança e risco, e experiência prática com as ferramentas que já estão mudando o jogo.

Quero reservar minha vaga na imersão PIACC One-Day Edition

Acompanhe tudo sobre:HIP IA ONE DAYHigh Impact ProgramsInteligência artificialGovernançaLiderança

Mais de Carreira

Executivos que dominam IA ganham nova vantagem no mercado de trabalho, mostra pesquisa

74% dos recrutadores dizem identificar currículo feito por IA, e reprovam por isso

Formada na auditoria, head técnica amplia seu papel na liderança financeira da Webmotors

Falta de experiência trava a carreira de 1 em cada 7 jovens, mostram dados do mercado