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Live commerce 2.0: essa tendência vai mudar a forma como consumimos

Com a live commerce, o consumidor, além de ter mais informações sobre o que está adquirindo, pode conseguir uma redução de preços
Será preciso estar atento as tendências para não perder oportunidades de mercado e aproveitar para crescer ainda mais as vendas com as redes sociais (Getty Images/kupicoo)
Será preciso estar atento as tendências para não perder oportunidades de mercado e aproveitar para crescer ainda mais as vendas com as redes sociais (Getty Images/kupicoo)
Por BússolaPublicado em 24/01/2022 13:42 | Última atualização em 24/01/2022 13:42Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Por Leo Soltz*

Só no mercado chinês, o formato de live commerce movimentou US$ 131 bilhões em 2021 e já representa 37% do total de vendas por meio de social commerce (dados da consultoria eMarketer). Por lá, o Kwai, por exemplo, lançou um formato de interação em lives que permite aos usuários um melhor entendimento sobre o produto em tempo real com um endosso do creator ou influencer e conseguindo finalizar a compra dentro do próprio aplicativo sem aquelas escapadas para as abas de pagamento que tiram o comprador do processo de novos consumos e interações.

Essa aproximação com o creator, otimiza a relação do consumidor com a marca e torna a venda muito mais simples para os pequenos comerciantes: uma vez que a live commerce alcança a grande massa, facilita o contato direto entre quem compra e quem produz, oportunizando um importante “tirar duvidas” em tempo real.

O consumidor, além de ter mais informações e detalhes sobre o que está adquirindo, pode conseguir, inclusive, uma redução de preços. Ou seja, neste novo formato saem os grandes intermediários que ganham percentuais significativos em cima das transações e entra uma relação mais pessoal entre quem produz e quem compra.

Descontos verdadeiros e uma possibilidade de pularmos as relações muitas vezes “tóxicas” entre os varejistas que sobem preços para depois ofertar descontos.

Somado a isso, pode ser aplicada a estratégia de demanda e procura. Imagine um produtor de vegetais que poderá abaixar o preço do tomate quando atingir um número X de consumidores assistindo a sua live e interessados em seu produto? Caminhos de negociações e pacotes podem ser validados por meio do social listening que permite novamente a interação em tempo real — sem máscaras, sem intermediários.

As possibilidades para as pequenas e médias empresas são enormes. De acordo com um estudo realizado pela Ebanx, fintech brasileira que oferece soluções de pagamento que conecta consumidores latino-americanos a empresas globais, o varejo online cresceu 41% este ano e 59% das compras online no Brasil foram feitas pelo celular, exatamente aonde será dado ênfase ao modelo dos aplicativos dedicados ao tema. Em 2019, o percentual era de cerca de 15%.

Estar presente no mundo digital nunca foi tão importante. Com o avanço da tecnologia ficou muito mais simples organizar a logística para que os produtos de pequenos produtores sejam entregues para clientes de todo país. A democratização na logística está abrindo esse novo mar de oportunidades e foi fundamental para que os planos dos chineses possam se tornar realidade aqui no país.

O live commerce que a gente conhece está com os dias contados e a versão 2.0 vem com tudo. Será preciso estar atento a essa tendência para não perder oportunidades de mercado e aproveitar para crescer ainda mais as vendas com as redes sociais.

*Leo Soltz é CEO da One Big Media, mediatech especializada em desenvolver e impulsionar creators por meio de modelo de sociedade com os canais

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