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Huawei e Senai inauguram laboratório de fibra óptica no Espírito Santo

O laboratório tem objetivo de capacitar jovens adultos que não trabalham nem estudam e atender profissionais de tecnologia

A Huawei e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Espírito Santo (Senai-ES) inauguraram, nesta sexta-feira, 27, um laboratório de capacitação e certificação de profissionais para os setores de tecnologia da informação e da comunicação (TIC) e telecomunicações (Telecom) em Cachoeiro de Itapemirim (ES). O projeto faz parte das ações previstas na parceria nacional entre as duas instituições, firmada em abril deste ano, que tem o objetivo de solucionar um dos principais desafios da área: o déficit de mão de obra qualificada.

Os laboratórios de última geração que serão utilizados em cursos de instalação e manutenção de tecnologia FTTH (Fiber to the Home ou fibra óptica) visam atender à geração Nem-Nem – jovens adultos que nem trabalham nem estudam – e também os profissionais de tecnologia, tendo em vista a expansão da internet por meio da fibra óptica a todas as regiões do Brasil, não só os grandes centros. Além da unidade no Espírito Santo, foram entregues laboratórios ao Distrito Federal, Bahia e Tocantins em parceria com o Senai.

A parceria nacional foi idealizada para atender à demanda de expansão da infraestrutura de telecomunicação para ampliar o acesso à internet de banda larga fixa. Em um momento em que o mundo depende 100% de conectividade, as TICs tornaram-se aliadas para quem enxerga nessa área uma oportunidade de crescimento e inserção no mercado. No futuro, os profissionais qualificados por meio da parceria também poderão atuar na construção das redes de fibra óptica que cobrirão a rede móvel 5G.

De acordo com uma pesquisa de mercado realizada pela Teleco, 62% das empresas provedoras de internet, as ISPs, enfrentam dificuldades para encontrar profissionais qualificados para instalação de fibra óptica. Ainda segundo o estudo, 81% das ISPs possuem equipes próprias, ou seja, necessitam investir na qualificação dos profissionais por não encontrarem no mercado.

“Hoje existe um gap no mercado de profissionais capacitados para atuar na instalação de fibra óptica, e esaa demanda tende a aumentar consideravelmente com a chegada das redes móveis 5G. Ao oferecer cursos de qualidade, queremos contribuir para a recolocação profissional de jovens ociosos, que não conseguem se qualificar para o mercado de trabalho, combater o desemprego e ainda investir no desenvolvimento da infraestrutura do país”, afirma o diretor de relações públicas e governamentais da Huawei, Bruno Zitnick.

“No Brasil desde 1998, a Huawei quer seguir contribuindo com a transformação digital do país e acredita que o investimento em programas de educação é um dos caminhos. Nos últimos cinco anos, essas iniciativas já formaram mais de 36.000 alunos, e a expectativa é treinar mais 40.000 talentos nos próximos cinco anos”, diz.

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