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Atacadão abre 20 novas lojas ao ano e gera 19 mil empregos em três anos

Segundo vice-presidente da companhia, Marco Oliveira, planos da são de expandir o crescimento da rede, presente em 160 cidades

Com mais de 19 mil oportunidades de emprego geradas somente nos últimos três anos, o Atacadão, maior atacadista brasileiro, pode ser considerado hoje um dos grandes empregadores do Brasil. Isso graças a um plano de expansão robusto com uma média de 20 novas lojas por ano.

Somente no primeiro semestre de 2021, a empresa inaugurou 28 novas lojas e um atacado de entrega, incluindo a expansão orgânica e a reabertura de lojas adquiridas — o equivalente a aproximadamente, 8 mil novas posições de emprego. Atualmente, o Atacadão opera 234 lojas e 30 atacados de entrega, totalizando 263 ativos e segue com seu plano de expansão. A expectativa é de abrir mais 16 lojas e três atacados de entrega em 2021.

Para falar sobre os planos de expansão do Atacadão e geração de empregos no país, a Bússola conversou com Marco Oliveira, vice-presidente do Atacadão.

Bússola: Como ocorreu o processo de expansão da empresa e de lá pra cá, quantas oportunidades de emprego o Atacadão gerou? 

Marco Oliveira: Em relação a geração de oportunidades de empregos, como temos um plano robusto de inaugurações, conseguimos manter uma constância de novos empregos. Desde 2018, construímos e inauguramos 20 novas lojas por ano. Somente neste primeiro semestre de 2021, já foram inauguradas 28 novas lojas e um atacado de entrega – e com previsão de continuarmos nossa expansão ainda este ano. Isso significa, aproximadamente, 19 mil oportunidades nesse período.

Em 2020, anunciamos a aquisição de 30 lojas Makro como forma de impulsionar a expansão do Grupo Carrefour Brasil. Dessas 30 lojas, 28 foram convertidas para o formato autosserviço e uma foi convertida em atacado de entrega. Foi um investimento de R$1,95 bilhão em um projeto que tinha um prazo de 12 a 15 meses para finalização, mas que ocorreu em apenas seis meses.

Bússola: O que o Atacadão espera para o segundo semestre de 2021?

Marco Oliveira: Nossa expectativa é continuar com esse plano de expansão, com a previsão atingir um total de 250 lojas e 33 atacados de entrega e, é claro, gerando ainda mais emprego. Hoje, o Atacadão conta com cerca de 60 mil colaboradores e está presente em 160 cidades espalhadas por todos os estados do Brasil, além de operar 233 unidades de autosserviço e 31 atacados de entrega, que garantem o abastecimento de comerciantes, transformadores e consumidores finais.

Bússola: Qual a importância do modelo de negócio do atacarejo para a população brasileira? 

Marco Oliveira: O modelo atacarejo já é opção para 63% dos lares brasileiros. Somos líderes do segmento no país e estamos ajudando os consumidores e os pequenos negócios a enfrentarem a inflação e a pandemia da covid-19. O modelo de atacarejo é ideal para o consumidor que busca preços mais vantajosos. Para ser competitivo, o custo baixo e eficiência operacional são atrativos fundamentais, e é essa a nossa proposta de valor: ter os menores preços, sortimento e produtos de qualidade.

Bússola: Quais seriam os diferenciais do Atacadão?

Marco Oliveira: Aqui no Atacadão, operamos em diversos formatos. Nas lojas de autosserviço, recebemos comerciantes, transformadores e consumidores finais para compras em atacado ou varejo. No atacado, atendemos os clientes por meio de vendas diretas, feitas por meio de contato com o escritório de vendas, e por representantes de vendas, que visitam os clientes e fazem os pedidos. Em 2020, lançamos o e-commerce, uma operação que integra o canal de vendas online do próprio Atacadão e uma robusta operação de marketplace, com mais de 300 sellers parceiros de atacado e cerca de 50 mil produtos.

Também oferecemos a compra pelos aplicativos Cornershop e Rappi, disponíveis em mais da metade das nossas lojas.

Além disso, disponibilizamos o Cartão Atacadão, que oferece aos consumidores um programa de benefícios com descontos exclusivos em diversos produtos da rede no Brasil.

Bússola: Houve alguma mudança no perfil do consumidor durante a pandemia?

Marco Oliveira: Sim. Os consumidores passaram a buscar os produtos visando mais o preço, principalmente em decorrência da inflação alimentar.

Esse comportamento vem sendo mantido também em 2021. Além disso, por conta da pandemia, muitas pessoas precisaram se reinventar e começaram, por exemplo, a empreender na cozinha. Com isso, o serviço de atacarejo é uma opção bastante interessante.

Há ainda mais pessoas cozinhando em casa. O consumidor brasileiro passou a procurar mais alimentos frescos no atacarejo, além dos itens de saúde e higiene.

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