De PMEs para unicórnios: conheça a trajetória de 7 empresas brasileiras

Com crescimento acelerado nos últimos anos, essas empresas abraçaram a tecnologia e revolucionaram os mercados nos quais estão inseridas
No Brasil, algumas empresas unicórnios, startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares, iniciaram suas histórias como PMEs (pequenas e médias empresas) – como aconteceu com Loggi, Hotmart e Estapar (Maskot/Getty Images)
No Brasil, algumas empresas unicórnios, startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares, iniciaram suas histórias como PMEs (pequenas e médias empresas) – como aconteceu com Loggi, Hotmart e Estapar (Maskot/Getty Images)
Por Fernanda BastosPublicado em 27/01/2022 12:34 | Última atualização em 22/02/2022 13:28Tempo de Leitura: 6 min de leitura

Com a crise e retração econômica é comum que haja uma maior procura por novas possibilidades profissionais. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil para 2022 deve se manter na casa dos 12%, a mesma do 3º trimestre de 2021. Porém, as oportunidades de emprego não devem aumentar. São em momentos como esse que muitas pequenas e médias empresas (PMEs) encontram gaps no mercado para oferecerem novos serviços e, também, novas formas de trabalho

Muitas das empresas que começaram pequenas – assim como a 99, iFood e Uber – transformaram suas realidades empresariais e da sociedade, pois conseguiram fazer uso da tecnologia e das tendências no mercado para potencializar o rendimento e tornarem-se grandes startups. Dentre os exemplos citados, todas alcançaram o patamar de empresas unicórnios, que são aquelas startups avaliadas em mais de um bilhão de dólares. 

De acordo com dados da startup Nuvemshop, as PMEs tiveram um desempenho histórico no e-commerce em 2021, movimentando R$ 2,3 bilhões em vendas digitais com um aumento de 77% se comparado com o ano anterior. Segundo pesquisa da KPMG e da Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (Abvcap), o investimento em startups, principalmente em empresas do ramo financeiro que utilizam as mais novas tecnologias (as fintechs), triplicou no Brasil em 2021.

O cenário é bastante plural quando se trata de novos empreendimentos. Mas para uma startup vingar, ela precisa de uma boa gestão financeira, que entenda seu local no mercado e saiba priorizar as necessidades de uma empresa que está se estruturando. Tendo isso em mente, o BTG criou o BTG Empresas. O objetivo do serviço é facilitar a gestão e ajudar empreendedores a terem maior visibilidade de suas finanças. A plataforma é totalmente especializada em soluções para pequenas e médias empresas

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 Quando consideramos abrir um negócio é importante olhar para aquelas empresas que vieram antes e que, de alguma forma, tiveram sucesso no que se propuseram a realizar. Trajetórias de empresas como o iFood, Gympass e Omie, por exemplo, são essenciais porque podem conter insights interessantes de quem já caminhou nessa viagem única que é empreender no Brasil.  

 Conheça abaixo empresas brasileiras que começaram como startups

1. Quinto Andar 

A Quinto Andar é uma startup de tecnologia do ramo de aluguel de imóveis. O sonho que começou em 2013, hoje corresponde à maior plataforma de imóveis no Brasil. A empresa ganhou alguns prêmios como o Prêmio Linkedin Top Startups – 5º lugar entre as 25 empresas mais desejadas por quem busca empregos e o Quarta empresa mais amada pelos funcionários na categoria "grandes empresas", do site Love Mondays, ambos em 2019.

 2. Hotmart 

Com início em 2011, a Hotmart começou como um empreendimento que buscava a inovação na criação e comercialização de produtos digitais. Hoje, a startup mineira é uma das 50 maiores empresas de educação online do mundo. No primeiro trimestre de 2021, a empresa recebeu um aporte de 735 milhões de reais (130 milhões de dólares) em uma de suas rodadas de captação – números como esse demonstram seu crescimento. 

 3. Loggi 

A Loggi é uma startup do setor de logística que, em 2019, se tornou o mais novo unicórnio brasileiro, ou startup avaliada em um bilhão de dólares ou mais. A Loggi impressiona quando o assunto é entrega. Em 2019, a empresa alcançou o marco de 100 mil entregas realizadas por dia. Sobre encomendas com maior prazo, a Loggi fez – no mesmo ano – 3 milhões de entregas por mês em mais de 33 cidades brasileiras.

4. iFood 

O iFood é um dos grandes exemplos de pequena empresa que teve uma trajetória de grande desenvolvimento. Fundada em 2011, a empresa brasileira abraçou a tecnologia para reinventar o ramo de delivery. Com inúmeras entregas realizadas diariamente, agora a empresa está em busca de novos ares por meio da licença para o testar o delivery com drones. 

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5. Gympass 

O objetivo da Gympass é oferecer opções de saúde e bem-estar. A empresa foi fundada em 2012 e recentemente foi avaliada em US$ 2,2 bilhões em rodada de investimentos. O aporte veio em uma nova etapa do negócio que foi bastante impactado pelo temporário fechamento dos negócios e comércios por conta da pandemia. A saída? Foi expandir o propósito do negócio para além do acesso a diferentes academias. Agora, a empresa quer oferecer uma solução de bem-estar para os funcionários de empresas e clientes.

6. Estapar 

A Estapar é relativamente mais antiga, seu surgimento ocorreu em 1981. A empresa era voltada para estacionamentos e enxergou na tecnologia uma grande oportunidade de desenvolvimento e forma de se manter relevante nos próximos anos. Em outubro de 2021, a pioneira no ramo de estacionamentos decidiu diversificar e comprou o app Zul por R$ 75 milhões para virar autotech.

7. Loft

A Loft é um grande exemplo de como mudanças podem ser estratégias extremamente saudáveis para a manutenção de um negócio. Em 2021, a empresa recebeu o recente aporte de 425 milhões de dólares e foi colocada no topo da lista das startups do setor imobiliário mais valiosas da América Latina – tudo isso levando em consideração boas estratégias para a empresa tornar-se uma empresa unicórnio. 

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