• AALR3 R$ 20,23 0.30
  • AAPL34 R$ 67,57 0.31
  • ABCB4 R$ 16,72 1.21
  • ABEV3 R$ 14,06 0.14
  • AERI3 R$ 3,64 1.96
  • AESB3 R$ 10,89 0.46
  • AGRO3 R$ 31,32 0.45
  • ALPA4 R$ 21,82 2.49
  • ALSO3 R$ 19,16 0.84
  • ALUP11 R$ 27,06 -0.04
  • AMAR3 R$ 2,56 0.79
  • AMBP3 R$ 32,17 3.47
  • AMER3 R$ 21,87 -0.09
  • AMZO34 R$ 3,38 3.55
  • ANIM3 R$ 5,50 0.55
  • ARZZ3 R$ 81,65 2.76
  • ASAI3 R$ 15,97 1.59
  • AZUL4 R$ 20,40 1.64
  • B3SA3 R$ 12,24 2.77
  • BBAS3 R$ 37,69 0.32
  • AALR3 R$ 20,23 0.30
  • AAPL34 R$ 67,57 0.31
  • ABCB4 R$ 16,72 1.21
  • ABEV3 R$ 14,06 0.14
  • AERI3 R$ 3,64 1.96
  • AESB3 R$ 10,89 0.46
  • AGRO3 R$ 31,32 0.45
  • ALPA4 R$ 21,82 2.49
  • ALSO3 R$ 19,16 0.84
  • ALUP11 R$ 27,06 -0.04
  • AMAR3 R$ 2,56 0.79
  • AMBP3 R$ 32,17 3.47
  • AMER3 R$ 21,87 -0.09
  • AMZO34 R$ 3,38 3.55
  • ANIM3 R$ 5,50 0.55
  • ARZZ3 R$ 81,65 2.76
  • ASAI3 R$ 15,97 1.59
  • AZUL4 R$ 20,40 1.64
  • B3SA3 R$ 12,24 2.77
  • BBAS3 R$ 37,69 0.32
Abra sua conta no BTG

Uma em cada 4 mulheres de SP sofreu assédio no transporte público

A pesquisa, feita com 428 mulheres com mais de 16 anos, em dezembro de 2017, mostrou que 35% delas relatam já ter sofrido assédio
SP: o transporte público é o local em que elas relataram ser mais recorrente o abuso (Reuters/Paulo Whitaker)
SP: o transporte público é o local em que elas relataram ser mais recorrente o abuso (Reuters/Paulo Whitaker)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 08/03/2018 11:09 | Última atualização em 08/03/2018 11:09Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - Uma em cada quatro mulheres que mora em São Paulo relata já ter sofrido assédio dentro do transporte público. Pesquisa feita pela Rede Nossa São Paulo mostra que a maior parte dessas mulheres tem entre 16 e 34 anos, ensino superior e pertence às classes A e B.

A pesquisa foi feita com 428 mulheres com mais de 16 anos, em dezembro de 2017. O levantamento mostrou que 35% das mulheres relatam já ter sofrido assédio.

O transporte público é o local em que elas relataram ser mais recorrente o abuso. Em seguida, está o ambiente de trabalho, com 16% das mulheres. Além disso, 19% das entrevistadas relataram ter sofrido preconceito ou discriminação no trabalho.

Legislação

Nesta quarta-feira, 7, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que faz mudanças no Código Penal para aumentar a punição para estupro coletivo e tipificar o crime de "importunação sexual", como casos de assédio sexual em espaço público.

O projeto integra a pauta da bancada feminina na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. A matéria seguirá para o Senado.

Impactados pelos casos de constrangimento de mulheres em transportes coletivos, os deputados incluíram na legislação o tipo penal "importunação sexual", que consiste em praticar, sem a anuência, o ato libidinoso com o objetivo de satisfazer o assediador. O projeto prevê pena de reclusão de um a cinco anos.

"Embora qualquer pessoa possa ser sujeito ativo dessa prática, esse tipo de constrangimento covarde geralmente é cometido por homens, tendo como vítimas as mulheres. O projeto preenche uma lacuna no Código Penal e dará mais segurança às mulheres", disse a deputada Maria do Rosário (PT-RS).