Somente em junho, foram criadas 34.981 vagas, respondendo por 24% do saldo nacional. (RafaPress/Getty Images)
Repórter de agro e macroeconomia
Publicado em 3 de agosto de 2026 às 17h51.
Última atualização em 3 de agosto de 2026 às 17h54.
São Paulo concentrou quase um terço da geração de empregos formais do país no primeiro semestre.
Entre janeiro e junho, o estado abriu 252.558 vagas com carteira assinada, o equivalente a 27% dos 921,6 mil postos criados no Brasil no período, segundo dados da Fundação Seade, com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Somente em junho, foram criadas 34.981 vagas, respondendo por 24% do saldo nacional. No acumulado de 12 meses, o estado registrou 210.733 novos empregos formais.
O setor de serviços foi o principal responsável pela geração de empregos em junho, com saldo de 21.672 vagas.
Os maiores destaques ficaram com as atividades de informação, comunicação, serviços financeiros, imobiliários, profissionais e administrativos (9.389 vagas), além de transporte, armazenagem e correio (9.377).
A agricultura também teve desempenho relevante, com 9.364 novos postos de trabalho, seguida pelo comércio e reparação de veículos, que abriu 4.738 vagas.
Além de liderar a criação de empregos, São Paulo registrou o maior salário médio de admissão entre os estados em junho: R$ 2.724,94. O valor ficou acima da média nacional, de R$ 2.404,34, e dos registrados em Santa Catarina (R$ 2.449,72), Distrito Federal (R$ 2.431,74) e Mato Grosso (R$ 2.400,91).
O Sudeste também liderou entre as regiões, com salário médio de admissão de R$ 2.565,35.