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Rio Grande do Sul confirma primeiro caso de ômicron no estado

O primeiro caso no estado é de uma mulher, moradora de Santa Cruz do Sul, que voltou de viagem da África do Sul na última semana

 (Erlon Silva - TRI Digital/Getty Images)

(Erlon Silva - TRI Digital/Getty Images)

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Reuters

3 de dezembro de 2021, 19h16

O Centro Estadual de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul confirmou, nesta sexta-feira, a primeira pessoa infectada com a variante ômicron do coronavírus no estado, informou a Secretaria de Saúde do RS, o que eleva o total de casos da cepa no Brasil para seis.

O primeiro caso no estado é de uma mulher, moradora de Santa Cruz do Sul, que voltou de viagem da África do Sul na última semana. Já vacinada com duas doses contra a covid-19, ela apresentou febre.

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A paciente encontra-se em isolamento domiciliar e em acompanhamento pela vigilância em saúde do município, e seus contactantes serão testados para a doença, informou a secretaria.

Com essa paciente, o Brasil chega a um total de seis casos identificados com a nova cepa no país — dois no Distrito Federal, três em São Paulo e, agora, um no Rio Grande do Sul.

A ômicron tem gerado temores em todo o mundo de que a grande quantidade de mutações na proteína spike do coronavírus, usada pelo vírus para infectar as células, possa significar que a variante escape da imunidade induzida por vacinas.

Alguns fabricantes de imunizantes, no entanto, afirmam que, embora seja possível que as vacinas existentes sejam menos eficazes contra a ômicron, é provável que protejam os infectados pela nova variante contra quadros graves da covid-19.

Especialistas sul-africanos afirmaram, até o momento, que os casos de covid-19 provocados pela ômicron foram amenos. Cientistas no geral alertam, ao mesmo tempo, que há muitas incertezas em torno da nova variante e são necessários estudos para responder a questões como a eficácia da vacina.