• AALR3 R$ 20,13 -0.20
  • AAPL34 R$ 68,52 1.72
  • ABCB4 R$ 16,65 0.79
  • ABEV3 R$ 14,21 1.21
  • AERI3 R$ 3,75 5.04
  • AESB3 R$ 10,92 0.74
  • AGRO3 R$ 31,36 0.58
  • ALPA4 R$ 22,15 4.04
  • ALSO3 R$ 18,85 -0.79
  • ALUP11 R$ 26,51 -2.07
  • AMAR3 R$ 2,58 1.57
  • AMBP3 R$ 32,48 4.47
  • AMER3 R$ 21,50 -1.78
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,66 3.47
  • ARZZ3 R$ 81,38 2.42
  • ASAI3 R$ 16,30 3.69
  • AZUL4 R$ 20,95 4.38
  • B3SA3 R$ 12,43 4.37
  • BBAS3 R$ 37,45 -0.32
  • AALR3 R$ 20,13 -0.20
  • AAPL34 R$ 68,52 1.72
  • ABCB4 R$ 16,65 0.79
  • ABEV3 R$ 14,21 1.21
  • AERI3 R$ 3,75 5.04
  • AESB3 R$ 10,92 0.74
  • AGRO3 R$ 31,36 0.58
  • ALPA4 R$ 22,15 4.04
  • ALSO3 R$ 18,85 -0.79
  • ALUP11 R$ 26,51 -2.07
  • AMAR3 R$ 2,58 1.57
  • AMBP3 R$ 32,48 4.47
  • AMER3 R$ 21,50 -1.78
  • AMZO34 R$ 3,43 5.09
  • ANIM3 R$ 5,66 3.47
  • ARZZ3 R$ 81,38 2.42
  • ASAI3 R$ 16,30 3.69
  • AZUL4 R$ 20,95 4.38
  • B3SA3 R$ 12,43 4.37
  • BBAS3 R$ 37,45 -0.32
Abra sua conta no BTG

Receita Federal pressiona e clubes tentam obter benefícios

Seis times entraram na mira dos fiscais e tiveram cobrados quase R$ 290 milhões em impostos devidos
 (Reuters/Paulo Whitaker)
(Reuters/Paulo Whitaker)
Por Renan Cacioli, do Estadão ConteúdoPublicado em 28/07/2018 09:34 | Última atualização em 28/07/2018 09:34Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - Desde o ano passado, a Receita Federal vem apertando o cerco contra clubes e suspendendo o benefício da isenção de impostos. O Atlético-PR não foi o único a brigar contra o Fisco. Times como Corinthians e Coritiba também debatem no Carf autos de infração milionários.

Reportagem do Estado em abril mostrou que, só em São Paulo, seis times entraram na mira dos fiscais e tiveram cobrados quase R$ 290 milhões em impostos devidos referentes ao ano de 2017. Dados obtidos pela reportagem mostraram que a Delegacia Especial de Fiscalização (Defis) da Receita Federal em São Paulo havia suspendido a imunidade e isenção de 11 entidades, sendo seis clubes de futebol, três entidades educacionais e duas hospitalares.

O Corinthians, por exemplo, viu-se diante de uma cobrança total de R$ 487 milhões em tributos federais, suspensa via liminar. Não à toa, a decisão do Carf animou o departamento jurídico do clube alvinegro.

"Entendo que é acertada. O Corinthians vem sustentando esta tese que, agora, mostra-se ainda mais fortalecida com a decisão no caso do Atlético Paranaense", afirma Fábio Trubilhano, diretor jurídico do clube.

Em setembro do ano passado, São Paulo e Palmeiras também tiveram as isenções fiscais suspensas e entraram na mira dos fiscais da Receita. "Acho que se a Receita tem essa intenção (de seguir com as cobranças), deve alterar a lei por meio do Poder Legislativo. Se não o fizer, essa tentativa dela será em vão", acredita Flávio Sanches, advogado tributarista que cuida do caso do Palmeiras.

O São Paulo, que estima em R$ 71 milhões sua dívida total em tributos federais, também comemorou o desfecho do caso na instância superior. "Tratando-se da mesma matéria - interpretação nova e equivocada do Fisco sobre legislação de 1997 - a decisão provavelmente pacifica em favor dos clubes a discussão", analisa Leonardo Serafim, diretor jurídico do clube tricolor.