A página inicial está de cara nova Experimentar close button

Queiroga diz que pode faltar vacina se estados não seguirem plano federal

O ministro da Saúde detalhou como será a dose de reforço da vacinação contra a covid-19, que começa no dia 15 de setembro

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez uma coletiva de imprensa no fim da tarde desta quarta-feira, 25, para detalhar como será a dose de reforço da vacinação contra a covid-19, que começa a partir do dia 15 de setembro com idosos acima de 70 anos e imunossuprimidos.

O público-alvo é diferente do que foi anunciado pelo governo do estado de São Paulo, no início da tarde desta quarta-feira, que incluiu a faixa dos 60 a 69 anos anos, e excluiu os imunossuprimidos. Queiroga não citou especificamente o governo paulista, mas criticou diretrizes diferentes do que o preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações.

“Se cada um quiser criar um regime próprio, o Ministério da Saúde lamentavelmente não vai ter condição de entregar doses de vacinas. Temos de nos unir para falarmos a mesma língua. E não adianta ficar noticiando na imprensa que o Ministério atrasou, e se for diferente vai faltar dose”, disse.

Na fala, Queiroga disse que o objetivo do Ministério da Saúde é equalizar a distribuição de doses. “Não adianta um estado vacinar 18 anos enquanto o outro está vacinando 30 anos”, afirmou.

De acordo com o ministro, a dose de reforço será feita preferencialmente com a vacina da Pfizer porque será o imunizante “mais disponível” no mês de setembro. Apesar disso, a população pode receber qualquer outra vacina. Serão chamados os idosos que foram vacinados há, pelo menos, seis meses. No caso dos imunossuprimidos, a orientação é para receberem a dose adicional após 28 dias.

"Anteriormente a intercambialidade só estava prevista para gestantes que tomaram  AstraZeneca. Agora, a é com a vacina da Pfizer. Esta vacina já foi testada em intercambialidade, e o ministério se preparou para ter esta vacina em quantidade que nos dá a possibilidade de tomar esta decisão", garantiu o ministro da Saúde.

Nas contas do governo federal, o mês de agosto vai fechar com uma entrega total de 80 milhões de doses de vacinas, e em setembro serão 60 milhões, sendo a maior parte da Pfizer. Por conta disso, a priorização da dose de reforço será com o imunizante, mas pode ocorrer de ser de qualquer outra vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O ministro Queiroga disse que até o dia 15 de setembro toda a população adulta, com mais de 18 anos, terá pelo menos a primeira dose, e que a inclusão da dose de reforço não vai impactar na imunização de adolescentes entre 12 e 17 anos.

  • Quer saber tudo sobre o ritmo da vacinação contra a covid-19 no Brasil e no Mundo? Assine a EXAME e fique por dentro.

Toda semana tem um novo episódio do podcast EXAME Política, que te deixa ainda mais informado sobre a covid-19. Disponível abaixo ou nas plataformas de áudio Spotify, Deezer, Google Podcasts e Apple Podcasts

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 4,90/mês
  • R$ 14,90 a partir do segundo mês.

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

exame digital anual

R$ 129,90/ano
  • R$ 129,90 à vista ou em até 12 vezes. (R$ 10,83 ao mês)

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

Já é assinante? Entre aqui.

Veja também