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PT não se opõe a 'orçamento secreto' em votação de comissão no Congresso

Apenas dois deputados, do PSOL e PSB, se manifestaram a favor da extinção das "emendas de relator" no ano que vem

A CMO está analisando um parecer preliminar da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 (Jefferson Rudy/Agência Senado/Flickr)

A CMO está analisando um parecer preliminar da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023 (Jefferson Rudy/Agência Senado/Flickr)

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Agência O Globo

Publicado em 30 de novembro de 2022, 16h05.

Em votação na Comissão Mista de Orçamento (CMO) nesta quarta-feira, apenas dois deputados — do PSOL e do PSB — foram a favor da extinção das "emendas de relator" em 2023, primeiro ano do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que prometia acabar com essa moeda de troca no Congresso. O PT não se manifestou na votação.

A proposta para acabar com o orçamento secreto foi feita pela deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS). Só ela e o deputado Elias Vaz (PSB-GO) registraram um voto a favor de acabar com as emendas.

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Os deputados do PT presentes na sessão, Enio Verri (PR), Rui Falcão (SP), Leonardo Monteiro (MG), Waldenor Pereira (BA), Nilto Tatto (SP) e Paulo Guedes (MG), não se manifestaram no momento da votação.

A CMO está analisando um parecer preliminar da Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2023, relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI). Castro fez um discurso favorável à manutenção do "orçamento secreto".

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