Eleições 2026: Em 2026, os eleitores deverão votar em dois nomes para o Senado
Colaboradora
Publicado em 22 de julho de 2026 às 10h23.
Última atualização em 22 de julho de 2026 às 12h36.
A corrida pelas duas vagas ao Senado pelo Rio Grande do Sul apresenta um cenário estatisticamente equilibrado. De acordo com a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 22, pelo Instituto Paraná Pesquisas, há um empate técnico triplo na liderança.
Em um cenário que soma primeiro e segundo votos, a ex-deputada Manuela d’Ávila (PSOL) pontua com 30,7% no cenário estimulado. Na sequência, aparecem o atual deputado federal Marcel Van Hattem (Novo), com 28,6%, e o ex-governador Germano Rigotto (MDB), que marca 26,3%.
Atrás do pelotão de frente, o atual ministro Paulo Pimenta (PT) tem 23,7%, seguido de perto pelo deputado federal Sanderson (PL), com 20,3%. Entre os demais nomes testados, Frederico Antunes (PSD) tem 7,4%, Renato Jaguarão (Cidadania) marca 2,8% e Milton Cardoso (PSDB) pontua com 2,6%.
Os votos em branco, nulos ou nenhum somam 9,7%, enquanto 6,6% não sabem ou não responderam. No levantamento espontâneo, a indefinição é ainda mais aguda, com 76,8% de eleitores indecisos.
Na análise dos índices de rejeição ao Senado, em que o eleitor indica os nomes em quem não votaria de jeito nenhum, Manuela d'Ávila lidera com 29,7%. Em seguida, aparece Paulo Pimenta, com 24,2%. Na outra ponta do espectro, 10,1% afirmam que poderiam votar em todos os candidatos apresentados.
Entre os demais concorrentes, Marcel Van Hattem é rejeitado por 13,3% e Germano Rigotto por 12,1%. Sanderson e Frederico Antunes marcam 8,5% e 7,7%, respectivamente. Renato Jaguarão registra 6,8% e Milton Cardoso acumula 6,5% de rejeição.
A pesquisa Paraná Pesquisas entrevistou 1.500 eleitores entre 16 e 19 de julho de 2026, por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95,0%. O levantamento foi contratado pelo Partido Liberal e está registrado no TSE sob o protocolo RS-09313/2026.