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Nexus, JOTA, Ideia e Veritá: quando saem as próximas pesquisas presidenciais

Segundo registros no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao menos 70 levantamentos devem ser divulgados até o próximo domingo, 31

Eleições 2026: Pesquisas medirão decisão do eleitorado brasileiro (TSE/Reprodução)

Eleições 2026: Pesquisas medirão decisão do eleitorado brasileiro (TSE/Reprodução)

Letícia Cassiano
Letícia Cassiano

Colaboradora

Publicado em 25 de maio de 2026 às 13h29.

Última atualização em 26 de maio de 2026 às 17h07.

A nova semana será marcada pela divulgação de sete pesquisas de intenção de voto da disputa presidencial e diversos levantamentos de estados brasileiros para os cargos de governador e senador.

Segundo registros no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao menos 70 levantamentos devem ser divulgados até o próximo domingo, 31.

As sete pesquisas eleitorais que testarão os nomes que devem disputar a presidência da República com abrangência nacional serão dos institutos Nexus, Indexa, JOTA, Veritá, Ideia, Poderdata e Vox.

A pesquisa do instituto de pesquisa Nexus, em parceria com a instituição financeira BTG Pactual, abre a semana em clima de eleição nesta segunda-feira, 25.

Na próxima quarta-feira, 27, saem os resultados da Indexa, do JOTA Jornalismo e da Veritá. Já na quinta-feira, 28, sai o levantamento do instituto Ideia.

Na sexta-feira, 29, será divulgada a pesquisa do PoderData. No domingo, 31, os resultados da Vox encerram a semana.

Levantamentos estaduais

Nos levantamentos estaduais, a Veritá divulgará os resultados de Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Piauí, São Paulo e Bahia. O Datafolha divulgará os resultados de Pernambuco.

O TSE obriga as entidades e empresas que realizarem levantamentos de opinião pública relativos às eleições e candidatos a cadastrarem os estudos junto à Justiça Eleitoral.

Segundo a Lei das Eleições, a divulgação de pesquisa sem o prévio registro das informações sujeita os responsáveis a multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs (Unidade Fiscal de Referência).

Já a divulgação de pesquisa fraudulenta constitui crime, punível com detenção de seis meses a um ano e multa no valor de 50 mil a 100 mil UFIRs.

O registro de pesquisas eleitorais, contudo, não implica obrigatoriedade de divulgação de seus resultados, de acordo com a Resolução n.º 23.676/2021.

Com isso, um instituto ou empresa pode realizar o levantamento, mas não necessariamente divulgá-lo ao público.

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