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O Ministério de Minas e Energia (MME) informou neste domingo que o rompimento na Mina 18 da Braskem, em Maceió, que estava sob alerta de risco de colapso desde o dia 29 de novembro, não causou "danos maiores aparentes ou risco a vidas".

O prefeito de Maceió, JHC (PL), anunciou que uma das minas operadas pela Braskem para extração de sal-gema na cidade sofreu um rompimento na tarde deste domingo.

Em nota divulgada na noite deste domingo, o ministério informou que suas equipes técnicas, assim como do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e da Agência Nacional de Mineração (ANM) se reuniram após o colapso na região da mina em Mutange, e reavaliaram os dados apresentados pela Defesa Civil.

"As áreas adjacentes, das demais minas, seguem sem indícios de instabilidade. O evento ocorreu após um aumento na velocidade de subsidência do solo nas últimas 48 horas. Dados da Rede Sismográfica, operada pelo SGB, apontam que dois sismos positivos de pequena magnitude ocorreram horas antes do colapso. De acordo com os especialistas, a expectativa é de que a situação na região se acomode", diz o MME.

A pasta afirma ainda que segue monitorando a situação junto às autoridades locais e atuando com foco na redução do impacto à população.

Nota da Braskem

Em nota neste domingo, a Braskem não usou o termo "rompimento", adotado pela Defesa Civil de Maceió, e disse que câmeras ao redor da Mina 18 "registraram movimento atípico de água na lagoa Mundaú, no trecho sobre esta cavidade".

A empresa afirmou que houve registro de dois movimentos semelhantes, às 13h15 e às 13h45, e disse que o monitoramento realizado com satélite "captou a movimentação" do solo.

O afundamento do solo na antiga área de extração de sal-gema da Braskem em Maceió, às margens da Lagoa de Mundaú, foi detectado no início de 2018. No ano seguinte, o Serviço Geológico Brasileiro (CPRM) atestou que o afundamento tinha relação com a atividade de mineração. A Mina 18, que hoje tem situação mais problemática, é uma das 35 minas que a Braskem operava na região.

O acidente geológico atinge uma área que compreende cinco bairros de Maceió. Desde 2019, cerca de 57 mil pessoas, nos cálculos da Defesa Civil e do Ministério Público Federal (MPF), foram realocadas de suas casas, que passaram a ficar em áreas consideradas de risco.

 

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