Jogo do Brasil: parte do funcionalismo público terá expediente reduzido ou ponto facultativo em diferentes regiões do país (EFE/ Alberto Estevez/Divulgação)
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Publicado em 26 de junho de 2026 às 09h40.
A classificação da Seleção Brasileira para a fase do mata-mata da Copa do Mundo de 2026 começou a movimentar a rotina de órgãos públicos em diversas partes do país. Com a partida marcada para às 14h da próxima segunda-feira, 29, governos estaduais e prefeituras anunciaram alterações no expediente para permitir que servidores acompanhem o confronto.
Apesar da expectativa criada a cada jogo do Brasil, não existe um ponto facultativo nacional para partidas da Seleção. Cada governo estadual, prefeitura ou empresa privada decide de forma independente se haverá liberação, expediente reduzido ou manutenção do funcionamento normal.
Até o momento, os governos dos estados do Rio de Janeiro e de Tocantins confirmaram ponto facultativo parcial para os servidores estaduais na segunda-feira, 29.
O Distrito Federal também anunciou a adoção da medida para o funcionalismo local. Outros estados ainda analisam possíveis alterações e podem divulgar novas decisões até o fim da semana.
Além dos estados, diversas prefeituras adotaram medidas próprias. No Rio de Janeiro, por exemplo, a administração municipal decretou ponto facultativo para facilitar a mobilidade urbana e reduzir impactos no trânsito durante o horário da partida. Serviços considerados essenciais continuam funcionando normalmente.
Outro fator que aumenta o número de pessoas de folga é o Dia de São Pedro, celebrado em 29 de junho. Em dezenas de municípios brasileiros, a data é feriado municipal, coincidindo neste ano com o jogo da Seleção. Confira quais são elas:
Espírito Santo
Rio Grande do Norte
Roraima
Minas Gerais
São Paulo
Paraíba
Ceará
Rio Grande do Sul
Paraná
Rio de Janeiro
Bahia
Para trabalhadores da iniciativa privada, a regra continua sendo a decisão do empregador. Empresas podem manter o expediente normalmente, liberar os funcionários, reduzir o horário de trabalho ou negociar compensação das horas. A recomendação é verificar previamente a política adotada pela empresa.
As redes de ensino seguem lógica semelhante. Escolas públicas e particulares podem adaptar seus horários ou suspender as aulas, mas a decisão depende das autoridades educacionais ou da própria instituição de ensino. Não há uma determinação nacional válida para todas as escolas do país.