Senado: eleitor deve votar em dois candidatos diferentes (Leonardo Sá/Agência Senado)
Repórter
Publicado em 4 de outubro de 2026 às 12h25.
Nas eleições de 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado Federal, já que estarão em disputa duas das três cadeiras de cada estado e do Distrito Federal. Serão eleitos 54 senadores, e os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação ficarão com as vagas. A votação para o Senado ocorre apenas no primeiro turno, em 4 de outubro, e os eleitos terão mandato de oito anos, de 2027 a 2035.
Nas eleições de 2026, cada eleitor terá direito a dois votos para o Senado Federal. Em cada estado e no Distrito Federal, estarão em disputa duas das três cadeiras destinadas à unidade da Federação, e os eleitores deverão escolher candidatos diferentes para cada vaga.
A renovação do Senado ocorre de forma alternada porque o mandato dos senadores dura oito anos. A cada eleição geral, uma parte das cadeiras é renovada: em uma eleição, é eleito um senador por estado e pelo Distrito Federal; quatro anos depois, duas vagas são disputadas.
O eleitor deve, obrigatoriamente, votar em dois candidatos diferentes para o cargo. Não é possível votar duas vezes no mesmo candidato. Caso isso aconteça, o primeiro voto será contabilizado e o segundo será considerado nulo. Para preencher as duas vagas, é necessário escolher dois candidatos diferentes.
Em 2026, portanto, serão eleitos 54 senadores, sendo dois por cada estado e pelo Distrito Federal. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos, pois a eleição para o Senado segue o sistema majoritário e não prevê segundo turno.
Outra diferença em relação a outros cargos é o número utilizado na urna. Os candidatos ao Senado concorrem com números de três dígitos. O eleitor deverá digitar os três números e conferir, na tela da urna, o nome e a fotografia do candidato antes de confirmar a escolha. A EXAME preparou um guia com quantos números é preciso digitar na urna nas eleições de 2026.
Não é possível votar apenas na legenda para o Senado. Digitar apenas os dois números correspondentes ao partido não é suficiente para registrar um voto válido no cargo.
As escolhas também estão limitadas ao estado em que o eleitor possui título de eleitor. Quem vota em São Paulo, por exemplo, só poderá escolher entre os candidatos que disputam as duas vagas destinadas ao estado. No Distrito Federal, os eleitores deverão votar nos candidatos que concorrem pelas cadeiras do DF. A lista de candidatos ao Senado nas eleições de 2026 pode ser consultada na página especial da EXAME.
Cada candidato ao Senado também concorre acompanhado de dois suplentes. Depois que o eleitor digitar os três números na urna, serão exibidos o nome e a foto do candidato, além dos nomes e das fotos dos dois suplentes. Não há votação separada para os suplentes, mas eles integram a chapa e podem assumir o mandato, temporariamente ou definitivamente, nas situações previstas em lei.
A votação para o Senado ocorrerá apenas no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Não há segundo turno para o cargo, mesmo que nenhum candidato alcance a maioria dos votos. Para os demais cargos, veja a ordem de votação e os cargos em disputa nas eleições de 2026.
Os senadores eleitos em 2026 tomarão posse em 2027 e terão mandato de oito anos, permanecendo no cargo até 2035.
Antes de ir às urnas, a orientação é pesquisar as candidaturas, conhecer as propostas e a trajetória dos candidatos e verificar quem são os suplentes de cada chapa. Como serão duas escolhas diferentes para o Senado, o eleitor pode chegar à seção eleitoral com os dois números já definidos. A EXAME reúne as principais informações sobre o pleito na página especial das Eleições 2026.
Também é possível levar uma colinha de papel com os números dos candidatos. O celular não pode ser levado para a cabine de votação, por isso anotar previamente os números pode ajudar a evitar erros no momento de registrar os votos. Veja as regras para levar colinha e celular no dia da votação.
Se repetir o mesmo candidato ao Senado, o segundo voto será nulo. A Resolução nº 23.751/2026 do TSE afirma que, se o eleitor votar na mesma pessoa para as duas vagas do Senado, apenas o segundo voto será considerado nulo. O primeiro continua válido. A urna avisa antes da confirmação. Ao repetir o candidato na segunda vaga, o sistema informa que aquele voto será computado como nulo caso seja confirmado.
O eleitor terá direito a dois votos para o Senado em 2026 e deverá escolher dois candidatos diferentes. Isso ocorre porque duas das três cadeiras de cada estado e do Distrito Federal estarão em disputa.
Não. Caso o eleitor digite o mesmo candidato nas duas escolhas, o primeiro voto será contabilizado e o segundo será considerado nulo. Para registrar dois votos válidos, será necessário escolher candidatos diferentes.
Serão eleitos 54 senadores: dois por cada um dos 26 estados e dois pelo Distrito Federal. Os dois candidatos mais votados em cada unidade da Federação serão eleitos.
Os candidatos ao Senado utilizam números de três dígitos. O eleitor deverá digitar o número do candidato, conferir o nome e a fotografia exibidos na urna e confirmar o voto. O procedimento deverá ser realizado para cada uma das duas escolhas.
Não. Para o Senado, não existe voto apenas na legenda. Digitar somente os dois números correspondentes ao partido não é suficiente para registrar um voto válido para o cargo.
Não. A eleição para o Senado segue o sistema majoritário e ocorre somente no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Os dois candidatos mais votados em cada estado e no Distrito Federal serão eleitos, independentemente de alcançarem a maioria absoluta dos votos.
Não há votação separada para suplentes. Cada candidato ao Senado concorre com dois suplentes, cujos nomes e fotografias são exibidos na urna junto com os dados do titular. Eles podem assumir o mandato temporária ou definitivamente nas situações previstas em lei.
O mandato de senador dura oito anos. Os eleitos em 2026 tomarão posse em 2027 e permanecerão no cargo até 2035.