Eduardo Campos vira alvo de críticas após foto em jatinho

Pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Pernambuco está tendo uma quinta-feira bastante agitada

Pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) está tendo uma quinta-feira (15) bastante agitada.

Enquanto a Grande Recife vive um dia de saques e violência por conta da greve dos policiais militares, Campos virou vidraça nas redes sociais ao postar uma foto em um jatinho, antes de desembarcar em São Paulo, para uma série de compromissos.

“São Paulo, lá vamos nós!”, dizia a postagem, feita na página oficial de Campos no Facebook. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, minutos depois a imagem foi apagada.

A assessoria do PSB divulgou nota em que dizia que a postagem teria sido feita pela assessoria da pré-campanha de Campos, sendo retirada em seguida “por decisão da própria assessoria e do comando da campanha”.

Mas a resposta pouco ajudou para conter as críticas recebidas pelo ex-governador de Pernambuco na página.

“Tendo em vista que neste momento reina o caos em Recife e na região megropolitana graças à greve da polícia, não seria o caso de o senhor abordar a questão?”, questionou Lenicio Andrade.

“Pq não procurar alguma solução para o caos que está por causa da greve da Policia Militar? (sic)”, perguntou Gustavo Melo.

Em todas as respostas, a assessoria de Campos que é responsável pela página no Facebook reafirma que o atual governador, João Lyra Neto, “já está tomando todas as medidas cabíveis para que a ordem possa ser restaurada”.

A íntegra do comunicado que vem sendo usado para responder aos críticos de Campos no Facebook você pode ver abaixo:

“O atual Governador de Pernambuco, João Lyra Neto, já tomou as devidas providências. Desde 2007, o Governo de Pernambuco tem como principio democrático respeitar todas as manifestações da sociedade. Em todos os momentos o Governo esteve aberto para negociação e entendimento com as diversas as categorias de servidores. Com relação aos policiais e bombeiros militares, honrou rigorosamente todos os compromissos pactuados com os respectivos comandos. Inexplicavelmente eles tomaram essa decisão de continuar a greve. Dos 18 itens da pauta de reivindicações da categoria, um já estava acordado desde 2011, quando foi pactuado um reajuste de 14,55% até 2014 e já seria colocado em prática. Outros não são possíveis pelas limitações da legislação em ano eleitoral. Pelo não cumprimento do acordo feito com a comissão dos deputados, com a presença do atual Governador, João Lyra, não houve outra alternativa para dar segurança ao povo pernambucano. Foi requisitada a Força Nacional para que pudesse ser mantida a ordem e a segurança pública em Pernambuco”.

Mais tarde, por volta das 17h20 desta quinta-feira, uma nota mais contextualizada foi divulgada.

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