Brasil bate recorde e passa a marca de 90 mil mortes por covid-19

De acordo com dados do consórcio de imprensa, o pais tem 90.188 óbitos e 2.555.518 casos da doença. Em 24 horas foram mais 1.554 vítimas confirmadas

O Brasil ultrapassou as 90 mil mortes causadas pela covid-19 nesta quarta-feira, 29, segundo levantamento dos veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde.

O país tem um total de 90.188 óbitos e 2.555.518 casos confirmados. Os dados são compilados pelo consórcio que reúne UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra.

O balanço, atualizado às 20 horas, mostra que no período de um dia foram registrados 70.869 testes reagentes e 1.554 vítimas. Os valores são recorde desde o início da pandemia, mas reúnem dados que ficaram represados do estado de São Paulo e que não foram divulgados na terça-feira, 28, (leia abaixo).

A média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.043. Há dois meses este valor está acima de 1.000 confirmações.

O Brasil é o que mais registrou mortes nas últimas 24 horas. Os Estados Unidos estão logo depois, com 1.194 óbitos, segundo dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês).

Balanço realizado pela Universidade Johns Hopkins mostra que, em todo o mundo, os casos de covid-19 ultrapassaram a marca de 16,8 milhões. Já as mortes são mais de 662 mil.

Ainda de acordo com a universidade, os países que mais registram vítimas por causa do coronavírus em números absolutos são: EUA (150.090), Brasil, Reino Unido (46.046) e México (44.876).

SP passa os 500 mil casos

O estado de São Paulo, o mais atingido pela pandemia no país, ultrapassou a marca de 500 mil casos confirmados de covid-19 nesta quarta-feira. De acordo com a Secretaria da Saúde, são 514.197 infectados e 22.389 óbitos pela doença.

Entre a terça-feira, 28, e esta quarta-feira, 29, houve um acréscimo de 13.896 novos casos registrados, aumento de 2,7% em 24 horas, e de 330 novas mortes registradas, crescimento de 1,5%.

O secretário da Saúde, Jean Gorynchteyn, explicou que os números de terça não foram divulgados por uma alteração pelo Ministério da Saúde no acesso aos dados. Segundo o secretário, o acréscimo entre a segunda, 27, e terça no número de casos foi de 12.647 (aumento de 2,5%) e no número de óbitos de 383 (aumento de 1,7%).

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