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Carta pela democracia: 'não aceitaremos retrocessos, diz presidente da OAB-SP'

Patricia Vanzolini disse que o Brasil não pode flertar com ausência da democracia
Em sua defesa à democracia e pelo Estado Democrático de Direito, Patricia lembrou o regime da ditadura militar no País e destacou que o País não pode repetir o passado (Divulgação/Reprodução)
Em sua defesa à democracia e pelo Estado Democrático de Direito, Patricia lembrou o regime da ditadura militar no País e destacou que o País não pode repetir o passado (Divulgação/Reprodução)
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Antonio SouzaPublicado em 11/08/2022 às 12:32.

A presidente da seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo, Patricia Vanzolini, disse que o Brasil não pode flertar com ausência da democracia durante o ato que ocorre na Universidade de São Paulo. "Não podemos sentir saudade da democracia. Não podemos flertar com a ausência dela", disse Patricia na manhã desta quinta-feira, 11, no Salão Nobre da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), onde representantes da sociedade civil e empresários estão presentes para leitura das cartas pela democracia.

Em sua defesa à democracia e pelo Estado Democrático de Direito, Patricia lembrou o regime da ditadura militar no País e destacou que o País não pode repetir o passado. "É difícil entender o que o canto sedutor do autoritarismo encontrou espaço entre aqueles que não viveram sem a democracia. Não aceitaremos retrocessos", afirmou, pedindo eleições transparentes.

UGT

No ato em defesa pela democracia na USP, o secretário-geral da UGT, Canindé Pegado, fez um discurso em crítica ao presidente Jair Bolsonaro, mas sem mencioná-lo. "Esse documento institucional é plural, não é partidário, mas também não é um bilhete ou uma cartinha como alguém insinua", disse. Em crítica aos manifestos, Bolsonaro ironizou e classificou o documento como "cartinha".

Em seu discurso, Canindé reforçou que o movimento em prol da democracia não tem distinção de classe social, gênero, religião ou raça. "A nossa caminhada não pode ser interrompida por ninguém até que se acabem as desigualdades sociais e todas as brasileiras e brasileiros tenham plenamente educação, saúde, alimentação"

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