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Agregador Inteligov/EXAME: Distância entre JHC e Renan Filho diminui quase 4 pontos em Alagoas

De acordo com o medidor de tendência do agregador, JHC tem queda de 0,81 pp. Renan Filho tem alta de 1,05 pp

Alagoas: popularidade de JHC caiu mais do que a de Renan cresceu (Divulgação/Instagram)

Alagoas: popularidade de JHC caiu mais do que a de Renan cresceu (Divulgação/Instagram)

Letícia Cassiano
Letícia Cassiano

Colaboradora

Publicado em 3 de setembro de 2026 às 14h28.

Última atualização em 3 de setembro de 2026 às 14h43.

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A distância entre o ex-prefeito de Maceió João Henrique Caldas, o JHC (PSDB), e o senador Renan Filho (MDB) diminuiu 3,9 pontos percentuais em duas semanas, segundo a última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME nesta quinta-feira, 3.

No primeiro turno, JHC registra 43,17% das intenções de voto, enquanto Renan Filho aparece com 40,94%, uma distância de 2,23 pp. Entre os demais nomes na disputa, Lenilda Luna (UP) tem 1,12% e Márcio Ferreira Jambo (Democrata) não pontuou.

Já no último resultado, divulgado em 19 de agosto, a diferença entre os líderes da pesquisa era de 6,13 pp, com JHC liderando com 46,08% e Renan Filho com 39,95%. Em resumo, a popularidade do tucano caiu mais do que a de Renan cresceu.

De acordo com o medidor de tendência do agregador, JHC tem queda de 0,81 pp. Renan Filho tem alta de 1,05 pp.

VEJA OS DETALHES DO AGREGADOR aqui.

Como funciona o agregador?

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.

Na consolidação realizada até as 12h de 31 de agosto, por exemplo, a base recebeu 39 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 431 levantamentos considerados na iteração anterior.

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