Para Farm e Animale, a solução foi importar

Grupo Soma importa 40% das peças após fiscalização ter encontrado trabalhadores em condições análogas à escravidão em oficinas que lhe prestavam serviço

O grupo Soma, dono de marcas de roupas como Animale e Farm, passou a importar 40% das peças para remediar um problema ainda comum no Brasil.

Em 2017, uma fiscalização do governo encontrou trabalhadores em condições análogas à escravidão em oficinas que prestavam serviço ao grupo, em São Paulo. Antes, o Soma importava cerca de 15% das peças. O episódio serviu para o grupo aumentar seus controles.

Agora investe 5 milhões de reais por ano na fiscalização semanal das oficinas terceirizadas no Brasil. O objetivo é evitar a subcontratação, como ocorreu no caso das oficinas irregulares. A alta das importações não tem prejudicado o grupo: faturou 1,2 bilhão de reais em 2018 e espera fechar este ano com 1,4 bilhão de receita.

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