Como gerar valor além da alocação de recursos tradicional?

Em determinados cenários, os chamados “investimentos tradicionais” nem sempre são suficientes para atender as necessidades dos investidores

Um dos grandes desafios históricos que se apresenta aos gestores de recursos é a tradução de cenários e previsões econômicos em decisões de investimento adequadas ao planejamento traçado. Neste contexto, os chamados “investimentos tradicionais” (ações e renda fixa), nem sempre são suficientes para atender as necessidades e demandas dos investidores.

Desde a fundação da Mogno, buscamos ter um olhar muito atento para ativos que complementam a alocação tradicional de recursos, os chamados “investimentos alternativos”: imobiliário, private equity, venture capital, investimentos internacionais, entre outros.

Em 2015 esse estava longe de ser um trabalho fácil, afinal, tínhamos um competidor de peso: o CDI – que na época rodava na casa de 15% ao ano.

Naquele momento uma pergunta aparecia com frequência: “Qual o nível de retorno exigido por um investidor para decidir alocar seu capital em um projeto sem liquidez, volátil e com risco de crédito?”. Certamente os retornos exigidos seriam altos, bem altos, reduzindo a atratividade de boa parte deles. Apesar do enorme desafio, nos mantivemos firmes nessa missão de promover e conscientizar nossos clientes da importância dessas classes de ativos em um horizonte de longo prazo.

Passados poucos anos, entramos em um momento de mercado completamente diferente daquele de 2015: taxas de juros mundiais nos menores níveis já vistos e abundância de liquidez mostram, de maneira quase óbvia, o valor e a necessidade de encontrar alternativas à segurança e o conforto da renda fixa.

De maneira natural, esse movimento foi progressivamente sendo adotado por toda indústria bancária, incentivado tanto pela redução da taxa de juros quanto pela concorrência e enorme disponibilidade de produtos oferecidos via plataformas digitais. É incontestável que a democratização do acesso aos mais diversos mercados, produtos e gestores caminha a passos largos, mas ainda estamos no começo de uma longa caminhada.

À primeira vista, esse novo cenário poderia gerar algum desânimo ao acharmos que nosso diferencial competitivo foi reduzido, mas isso não é bem verdade. Com o aumento brusco na quantidade e na complexidade das possibilidades de investimento, o desafio da vez é saber separar as boas oportunidades das não tão boas. Neste desafio, o trabalho de aconselhamento profissional e a longa experiência da Mogno em investimentos alternativos tornaram-se ainda mais relevantes.

Além de termos visto o mercado chancelar muitas de nossas teses históricas, todos os anos de suor, trabalho, estudo e criação de relacionamentos com gestoras alternativas ao redor do mundo nos permitiram adquirir uma vasta experiência neste mercado antes mesmo dele existir no Brasil.

O emprego cotidiano dessa experiência é refletido por meio da análise e recomendação de diversas oportunidades diferenciadas de investimento nos últimos anos, que complementam e agregam diversificação e rentabilidade nos nossos mandatos de gestão patrimonial.

Desta forma, conseguimos inverter a lógica e transformar o desafio de conectar as mais diversas necessidades e demandas de alocação no mais claro diferencial competitivo de geração de valor na grande e complexa oferta de oportunidades de investimento alternativos globais.

Marcelo Lichtenstein, CFP® é sócio e responsável pelo relacionamento com os clientes da Mogno Capital. Possui mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro lidando diretamente com famílias de alto patrimônio. É formado em administração de empresas pela EAESP/FGV.

Thiago Picanço. CGA, CAIA, CFA® é sócio e responsável pela alocação de recursos da Mogno Capital. Possui vasta experiência e conhecimento nas mais diversas classes de ativos nacionais e internacionais. É formado em Engenharia Civil pela USP.

Criada em 2015, a Mogno Capital é uma gestora independente, sem vínculos com instituições financeiras, com atuação em gestão patrimonial e de fundos, e com cerca de 3 bilhões de reais sob gestão.

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