Temas emergentes: o que fazem os Chief Innovation Officers?

Retomando a série de temas emergentes em gestão da inovação, nesse post trago uma das posições executivas de alta gestão que mais tem crescido nos últimos anos em grandes empresas, o Chief Innovation Officer (CINO). Tenho visto nas empresas brasileiras que é cada vez mais comum encontrarmos essa ou variações dessa posição, tais como diretores ou gerentes de inovação, mas sempre com os mesmos atributos e responsabilidades. Na prática um […] <div class="read-more"><a href="https://exame.com/rede-de-blogs/inovacao-na-pratica/2014/03/22/temas-emergentes-o-que-fazem-os-chief-innovation-officer/" class="more-link">Leia mais</a></div>

Retomando a série de temas emergentes em gestão da inovação, nesse post trago uma das posições executivas de alta gestão que mais tem crescido nos últimos anos em grandes empresas, o Chief Innovation Officer (CINO). Tenho visto nas empresas brasileiras que é cada vez mais comum encontrarmos essa ou variações dessa posição, tais como diretores ou gerentes de inovação, mas sempre com os mesmos atributos e responsabilidades.

Na prática um CINO é responsevel pela gestão do processo de inovação nas empresas, tomando a frente das iniciativas de maior potencial de ruptura. Suas principais atribuições tem sido:

– Coordenar a formulação e comunicação da estratégia de inovação da empresa.
– Controlar e gerencias as métricas associadas ao processo.
– Identificar oportunidades de negócios com alto grau de novidade e potencial de resultado. além de monitorar tendências e tecnologias.
– Conduzir a busca de novas ideias inovadoras de produtos, soluções, modelos de negócios e os outros tipos e temáticas priorizadas na estratégia.
– Fomentar uma cultura inovadora na empresa, garantindo o desenvolvimento das pessoas e competencias necessárias para o processo de inovação acontecer.
– Articular o envolvimento de diferentes áreas na busca por novas soluções radicais e suportar a implementação desses projetos.
– Gerenciar o portfolio de iniciativas inovadoras garantindo o balanceamento dos riscos e alinhamento com a estratégia de inovação.

Segundo pesquisa realizada com grandes empresas americanas, em 2012 mais de 43% delas já tinham uma executivo sênior formalmente responsável pelo processo de inovação.

Os desafios relacionados ao trabalho do CINO está em desenvolver as capacidades da empresa para inovar, além de objetivamente encontrar e garantir a implementação de oportunidades de inovações radicais. Isso demanda muita articulação e poder de influenciar as diferentes áreas da empresa em prol de algo importante mas nem sempre visto como urgente para muitas pessoas.

Quem quiser conhecer os resultados da pesquisa citada acima, segue o link:

http://www.imaginatik.com/landing/2013-innovation-leaders-survey-report

 

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