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'Brasil não pode mais ser marginalizado exterior', diz Lula em BH

Ex-presidente critica aindafalta de diálogo do adversário Jair Bolsonaro com governadores e prefeitos

Lula também citou a fome e pobreza do País como temas a serem enfrentados em eventual nova gestão (Heuler Andrey/Getty Images)

Lula também citou a fome e pobreza do País como temas a serem enfrentados em eventual nova gestão (Heuler Andrey/Getty Images)

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Estadão Conteúdo

9 de outubro de 2022, 14h43

O ex-presidente e candidato  Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma série de comparações de suas gestões com a do presidente Jair Bolsonaro (PL) e disse que o País não pode mais ser marginalizado no exterior. "Acho que vamos ganhar (a eleição) porque há tendência do povo brasileiro de que podemos fazer mais que o outro candidato. Este País não pode mais ser marginalizado no exterior. Este País não pode continuar sendo governado por um presidente que não senta com prefeito e governador", disse Lula, em coletiva de imprensa realizada em Belo Horizonte.

Lula afirmou que o Brasil precisa priorizar a educação e criticou cortes de verba feitos por Bolsonaro para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para a merenda escolar. "Este País precisa dar prioridade à educação. Educação não pode ser tratada como gasto. A [verba para] merenda escolar precisa de reajuste", disse o ex-presidente.

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O ex-presidente também citou a fome e pobreza do País como temas a serem enfrentados em eventual nova gestão. "Tínhamos acabado com crianças pedindo esmola, com mães pedindo comida no semáforo. Somos o terceiro maior produtor de alimentos do mundo e primeiro produtor de proteínas. Isso não tem explicação", criticou Lula. "O Brasil precisa de paz, que trará consumo e emprego", acrescentou.

Ainda neste domingo, o ex-presidente e o ex-governador de São Paulo e candidato a vice, Geraldo Alckmin, farão uma caminhada no centro da cidade entre a Praça da Liberdade e a Praça Tiradentes.

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